Famosos
António Leal e Silva recorda ligação à moda e conta episódio: “A mãe virou-se para a miúda e disse…”
Depois do testemunho de um modelo que recebeu um telefonema de Carlos Castro, António Leal e Silva lembrou o seu percurso na moda…
A propósito do relato de Ivan Costa Silva, modelo e jornalista que recebeu um telefonema de Carlos Castro com um convite para tomar café, António Leal e Silva recordou a sua ligação ao mundo da moda.
No programa ‘V+ Fama’, transmitido no V+ TVI, desta terça-feira, 12 de maio, o comentador começou por partilhar: “Eu sei perfeitamente o que é que estou a falar, porque sou uma pessoa que esteve durante anos e anos sempre ligado à moda. Eu sou antigo, comecei aqui nos primórdios dos anos 70, 80, acompanhei tudo. Eu vou agora partilhar publicamente, porque não tenho nada para esconder, por isso posso partilhar perfeitamente. Eu tinha uma casa grande e a minha casa era a casa, como se costumava dizer, do povo. Por isso, tudo o que era manequins ficava em casa do António. Sempre tudo dentro daquilo que eu achava que era correto, com diversão, com boa disposição, e tudo o que eu pude fazer fiz e fiz por muitos o que eu podia, mas sempre dentro da linha“.
Além disso, António Leal e Silva lembrou: “Fui diretor de uma agência e a primeira coisa que eu fiz quando cheguei à agência foi virar-me para todos os colaboradores e dizer: “Ninguém aqui na agência pode utilizar os sonhos das pessoas que para aqui vêm, tanto miúdos como miúdas, e dizer que vão promover isto e aquilo com o intuito de dormir com essa pessoa”. Isso não se faz, está errado, porque as coisas não são ganhas com trocas“.
Na mesma intervenção, o comentador refletiu sobre o que se pode encontrar neste meio: “Por isso, é muito complicado, são miúdos e miúdas que vão atrás de um sonho, muitas vezes um sonho que morre na praia, convém que as pessoas em casa percebam que muitas vezes o que aparece não é a realidade. Em Portugal em concreto, o trabalho da moda vale o que vale, porque há muito pouco, não se ganha nada. Há a publicidade, mas em termos de moda não há muitos desfiles, há a ModaLisboa, que paga a 90 dias. Lá fora sim, há algum trabalho, mas não é o que se diz, aquele glamour, aquelas coisas, não é bem assim. Eu não estou a querer cortar o sonho de cada um, acho que as pessoas devem ir atrás dos seus sonhos, estou só a alertar aos pais que acompanham, às agências que tomem atenção ou cuidado. Eu dei muitas palestras, tive ligado a muitas coisas, fiz muitos castings, mas isto depois é todo um mundo que é estranho“.
Neste seguimento, António Leal e Silva contou ainda um episódio que presenciou: “Eu colaborei com uma agência que fazia castings, chegou a mãe, a avó e a filha. A miúda era para entrar na agência e tinha que passar por mim. Isto é verídico, elas entraram, a miúda entrou e a mãe, juro-vos que isto é verdade, virou-se para a miúda e disse assim: “Despe-te!”. E eu estava sentado e “Não despe coisa nenhuma. Não tem que se despir, nunca se dispa para ninguém”“.
Por fim, o comentador deixou uma mensagem: “Eu fui muito para Milão e em Milão então era uma coisa que me assustava imenso. Chegas ali, vens de famílias muitas vezes algumas desestruturadas e tu chegas lá e aquilo é a loucura, porque aquilo é uma gente muito gira, depois toda a gente tem dinheiro, depois é champanhe, depois é drogas, saídas, noites, limousines, carros, roupas. A pessoa fica tão embriagada com aquilo tudo que quando dá por ela já está ali metido num filme“.
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