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António Leal e Silva fala de Carlos Castro e Renato Seabra e conclui: “Resume-se a uma coisa muito simples…”

Depois do testemunho de Cláudio Montez, um dos melhores amigos de Carlos Castro, António Leal e Silva avançou novos detalhes…

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Reprodução V+ TVI

Depois do testemunho de Cláudio Montez, um dos melhores amigos de Carlos Castro, no programa ‘V+ Fama’, transmitido no V+ TVI, desta segunda-feira, 11 de maio, António Leal e Silva acrescentou novos detalhes sobre a relação que o cronista mantinha com Renato Seabra.

Primeiro, o comentador começou por esclarecer sobre o aviso que Lili Caneças deu a Carlos Castro antes da viagem a Nova Iorque, em 2011, que acabou com o assassinato do jornalista: “A Lili não falou mal do miúdo, o que disse foi chamar o Carlos à razão, porque é lógico que aquilo era uma relação que não tinha lógica nenhuma“.

Acerca da entrevista de Cláudio Montez, António Leal e Silva considerou: “Acho que ele disse tudo e explicou muitíssimo bem. Isto é uma situação que à época se falou, falámos mais do que falado. Eu não quero entrar aqui muito em pormenores, porque é desagradável. Eu sabia perfeitamente da história da viagem a Madrid e isto resume-se a uma coisa muito simples para não estarmos a perder aqui muito tempo que, no fundo, não é perder, é informar: o Carlos achou piada ao miúdo, o miúdo queria-se promover e o Carlos começou a “embriagar” o miúdo, que é o truque que toda a gente usa ou grande maioria“.

Ele tem dinheiro, leva o miúdo para Madrid, leva o miúdo para Londres, o miúdo acha piada aquilo tudo. O miúdo tinha a vida dele, eu já tinha ouvido falar dessa história de Nova Iorque com as miúdas, não me interessa se o miúdo é gay, se é bi, isso é problema do miúdo e do Carlos, que a mim é-me indiferente. Agora, que o miúdo se relacionava com miúdas, relacionava. Que o Carlos não ia achar piada, não ia“, completou.

No entanto, o comentador frisou que “é lógico” que Renato Seabra “se relacionava” com Carlos Castro: “Há uma coisa que as pessoas têm de perceber, convém que percebam, que não há almoços de borla. E quando uma pessoa acha que é muito esperta, a outra não é assim tão estúpida. Há uma coisa que é certa: ele à minha frente, e tenho a certeza que à frente da Lili, apresentou o Renato como namorado e o Renato não disse que não. Nem que sim, nem que não, manteve-se calmo“.

A propósito, António Leal e Silva também clarificou o tipo de ligação que tinha com Carlos Castro: “Estive com eles uma vez, no máximo duas. Eu nunca fui íntimo do Carlos Castro, conhecíamo-nos impecavelmente, chegou a ir jantar a minha casa uma vez e adorou, até escreveu numa revista, mas não éramos íntimos, não era tu cá tu lá, havia ali uma certa distância“.

Neste seguimento, o comentador ainda contou outra história relacionada com uma “sessão fotográfica” a Renato Seabra: “Aquilo era tudo uma história do Carlos para o miúdo ficar enganado. E o miúdo, que não era tonto, foi-se apercebendo que muitas das histórias que o Carlos contava era para o aliciar, porque o Carlos realmente era uma pessoa conhecida, nesta altura já não tinha tanto power como tinha tido anteriormente e o miúdo percebeu que o Carlos na moda mexia-se q.b“.

O miúdo apercebeu-se que estava ali num enredo um bocadinho confuso. O miúdo se calhar alegadamente, porque eu não estava lá, não vi, achou que talvez cedendo um bocadinho podia atingir. E o miúdo antecipou-se, mas se calhar cedeu demais e depois percebeu que aquilo espremido não dava nada. E depois deve-se ter enraivecido, digo eu, alegadamente, não estava lá, não vi, não conheci“, finalizou.

Veja o vídeo aqui.

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