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Venezuela: cães abandonados para morrer, mostram a dura realidade da crise

Publicado

em

Carlos Garcia Rawlins | Reuters

A Venezuela está a passar por uma crise económica sem precedentes, e onde falta tudo: de comida a medicamentos, água ou electricidade.

Muitos venezuelanos estão a ser obrigados a escolher entre alimentar a família, ou o animal de estimação.

Acabam por abandoná-los nas ruas, sem sequer terem a hipótese de vasculhar no lixo por restos de comida. Os humanos já o fizeram, e não deixaram nada para trás.

Esqueléticos, os cães fotografados pela Reuters nesta reportagem fotográfica foram acolhidos pelo abrigo Famproa, na cidade de Los Teques.

O custo dos alimentos para cães tornou-se proibitivo para muitos venezuelanos. Um saco de 20 kg custa US$50, quase o dobro do salário mínimo, relata a Reuters. Para ajudar o afluxo de animais vadios famintos, Maria Arteaga, 53, fundou um abrigo em Caracas, com a ajuda de voluntários.

O fotógrafo Carlos Garcia Rawlins viajou até ao abrigo para captar imagens dos cães. Muitos deles não sobreviveram depois de serem foram fotografados.

Apesar do trabalho dos voluntários, nem aqui estes cães estão a salvo da fome.

A Venezuela acumulou 675,1% de inflação nos últimos 12 meses. A maior preocupação é o aumento dos produtos alimentares.

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