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Rebeca Caldeira reage a comentário de António Leal e Silva: “Como se pedir ajuda fosse sinal de fraqueza…”

António Leal e Silva comentou uma entrevista de Rebeca Caldeira e a influenciadora respondeu…

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Reprodução Redes Sociais e V+TVI

Rebeca Caldeira recorreu à rede social Instagram esta segunda-feira, dia 18 de maio, para comentar as palavras de António Leal e Silva no programa ‘V+ Fama’, do V+ TVI, do passado dia 15.

Numa entrevista à Nova Gente, a influenciadora digital falou sobre a terapia e como esta foi importante para lidar com a fama (o tema focava-se no facto de ter feito terapia para lidar com a fama). O comentador acabou por dizer, entre outras coisas: “Acho um bocadinho exagero e ainda por cima no caso dela em concreto, não é só ela, mas de outras pessoas, só se expõe quem quer” (leia aqui).

Rebeca Caldeira destacou as palavras de António Leal e Silva e escreveu: “Por onde começar… esta semana descobri uma coisa curiosa: aparentemente há pessoas que acham que terapia só faz sentido se fores ‘mesmo famoso’. Caso contrário ‘não aceitam’”.

“Durante quase 20 minutos comentaram uma entrevista minha a desvalorizar completamente o facto de eu ter procurado apoio psicológico. E tudo isto baseado num título que eu nunca disse. Eu nunca disse a frase ‘fiz terapia para lidar com a fama’. O que eu disse foi que procurei apoio especializado para lidar melhor com várias coisas da minha vida entre elas a minha ‘nova vida’… e outros temas pessoais. Não consigo perceber porque é que isto parece assim tão descabido”, acrescentou.

Rebeca Caldeira prosseguiu: “Mas agora o mais importante e focando no essencial: o que retiro disto é que é mesmo triste que ainda se fale de terapia com este tom de gozo. Como se pedir ajuda fosse sinal de fraqueza, exagero ou egocentrismo (como foi dito durante este momento). Como se só algumas pessoas tivessem direito a cuidar da saúde mental. Disseram coisas como ‘vai trabalhar para um supermercado’, ‘agora toda a gente faz terapia’ (mas num tom de gozo), ‘não vais à terapia porque te chamaram gorda ou estúpida’. Mas a verdade é que ninguém sabe a vida dos outros. Ninguém sabe o que uma pessoa vive, o que carrega, o que sente ou o que está a tentar resolver dentro dela. Procurar ajuda não devia ser motivo de crítica. Devia ser visto com normalidade. E escolher uma profissão não significa que automaticamente sabemos lidar com tudo o que vem com ela. Isso acontece em qualquer trabalho!”

“Acho sinceramente que se mais pessoas olhassem para a terapia sem preconceito, talvez houvesse menos vergonha em pedir ajuda. E isso podia fazer muito bem a muita gente”, terminou a influenciadora digital.

Veja a publicação:

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