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Kátia Aveiro indignada: “Estes ninguém rouba… Têm alarme…”

Também a irmã mais nova de Ronaldo, Katia Aveiro, que já se tinha manifestado sobre a expulsão do irmão, voltou a mostrar-se indignada…

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Cristiano Ronaldo perdeu, nos últimos dias, dois troféus importantes para o seu ex-companheiro no Real Madrid, o croata Luka Modric: o de «Jogador do Ano», da UEFA, e o «The Best», da FIFA, foi foi atribuído na passada segunda-feira.

A entrega do prémio de “Melhor Jogador do Mundo” causou alguma perplexidade, e até o seleccionador nacional Fernando Santos mostrou desagrado pela atribuição:

“Eu votei Cristiano, Modric e Hazard. Há que olhar para um todo e para a época. Se me perguntarem se Modric é um grande jogador, sim é. Mas Ronaldo foi o melhor jogador esta época, fez 50 e tal golos. O que era válido há uns anos deixou de ser”, revelou num “Open Day” realizado na Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa, em Lisboa.

Ontem, ao publicar uma fotografia do sistema de vigilância do museu, os responsáveis escreveram a seguinte legenda:

“Estes troféus ninguém rouba. Tem alarme…”, numa clara alusão ao facto de os prémios não terem sido atribuídos ao craque português:

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Estes troféus ninguém rouba 👀 tem alarme

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A publicação ficou viral no Instagram, com muitos seguidores a mostrarem a sua indignação.

Também a irmã mais nova de Ronaldo, Katia Aveiro, que já se tinha manifestado sobre a expulsão do irmão, voltou a mostrar-se indignada:

“Estes troféus que aqui estão no Museu CR7 ninguém rouba… tem alarme e segurança 24 horas por dia. Deixem o futebol brilhar. CR7 ‘The Best’».

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Sofia Aparício recorda episódio de assédio sexual: “Agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele…”

A atriz e modelo deu o seu testemunho e deixou uma mensagem importante a todas as mulheres…

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TVI/Site

Na passada sexta-feira, 15 de Fevereiro, Sofia Aparício marcou presença no Jornal das 8, da TVI, para falar sobre assédio sexual.

A atriz foi convidada por José Eduardo Moniz, juntamente com mais duas mulheres, para dar o seu testemunho enquanto vítima.

Depois de admitir terem sido “várias” as situações, a também modelo acrescentou depois:

Eu lembro-me de sentir sempre muita raiva e nojo. Nunca me cheguei a sentir-me humilhada, porque a verdade é que eu acabei sempre por resolver as situações naquela altura”, confessou.

Contando depois com mais pormenor como eram as situações, Sofia afirmou:

“Uma vez, uma pessoa que, hierarquicamente, estaria acima de mim, um diretor do projeto onde eu estava, agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele. E como eu não gostava dele e como nunca lhe tinha dado azo ou abertura a isso…”, exemplificando depois: “Ou seja, não é porque eu estou assim vestida que eu estou a pedi-las…”.

O jornalista interpelou-a depois acerca de muitos homens acharem que a roupa, eventualmente, pode ter como objetivo gerar determinados tipos de apetites:

“Pois, não, não, não. Eu visto-me assim, porque eu tenho muito orgulho em ser mulher e gosto muito de me sentir feminina”, reforçou a atriz.

“E a liberdade dos outros acaba exatamente onde a minha começa. E a minha liberdade começa no meu corpo. E eu não admito que ninguém me toque sem a minha autorização. Mas isto acontecia-me mesmo em criança, no metro, em hora de ponta”, lembrou depois, acrescentando: “O assédio sexual, pelo menos na minha geração. Acho que a sociedade está a evoluir, de maneira que as pessoas têm mais respeito umas pelas outras e eu acho que a minha sobrinha já não passou por isso, felizmente. Mas eu lembro-me que deixei de andar de transportes públicos por causa disso, porque era apalpada, não sei dizer de outra maneira…

Confrontada depois com a pergunta: “Como é que resolvia essas situações?”, Sofia Aparício contou:

“Na realidade nunca pensei queixar-me, porque eu resolvia as situações. Duas vezes, dei um estalo, outra vez dei um empurrão e fechei a porta…”.

“Se eu não dou abertura àquela pessoa, se eu não dou confiança, eu não admito, só porque essa pessoa é meu superior hierárquico. Onde eu trabalho não há bem superiores hierárquicos: há o chefes de produção, há os diretores de projeto, mas, pronto, alguém que me poderia contratar e que várias vezes, pelo menos duas vezes, deixei de ser contratada por causa disso. Fui prejudicada profissionalmente, sim…“, admitiu.

A atriz terminou depois: “(…) Eu via, na altura, que aquilo que aquelas pessoas faziam comigo faziam também com outras pessoas que alinhavam. Eu não sei de histórias de pessoas que tenham alinhado obrigadas”.

Vê o video na íntegra aqui.

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