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Cláudio Ramos critica Carolina Deslandes: “Por respeito à fadista… não deveria ter exposto tanto o seu amor”

Durante o programa da SIC Caras “Passadeira Vermelha”, os comentadores falavam de Carolina Deslandes e Cláudio Ramos teceu algumas críticas à artista…

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Cláudio Ramos/Instagram

Cláudio Ramos é conhecido por dizer aquilo que pensa, e sem papas na língua.

Desta vez, o alvo foi a cantora Carolina Deslandes que, segundo o apresentador, expõe demais a sua felicidade com o companheiro, Diogo Clemente.

Durante o programa da SIC Caras “Passadeira Vermelha”, Cláudio afirmou que Carolina deveria ter sido mais contida nas publicações que fez na Internet, junto do seu marido.

O comentador ainda reforçou a ideia de que a artista deveria ter pensado mais em Carminho, uma vez que o seu companheiro já foi casado com a fadista, e que poderá sofrer com a exposição de felicidade de Carolina nas redes sociais:

“Por respeito à fadista, que certamente terá sofrido com o fim do seu casamento, o casal não deveria ter exposto tanto o seu amor”, disse.

A conversa veio no seguimento da entrevista que Carolina deu a Daniel Oliveira para o programa “Alta Definição” e onde Carolina abordou vários assuntos nomeadamente a sua relação com o músico.

Na página de Facebook do programa “Passadeira Vermelha” foi anunciado o tema aos fãs:

Na caixa de comentários, os seguidores não perderam tempo e fizeram questão de comentar a situação.

Muitos mostraram-se a favor da artista e defenderam-na:

“Cláudio tenho que discordar, se percebi o marido da Carolina foi casado com a Carminho, então o comprometido era ele e foi ele que se foi meter com a actual mulher . No entanto compreendo que não havia necessidade da Carolina publicamente manifestar tanta felicidade, já que alguém ficou a sofrer com a situação. Mas é como diz é uma miúda. Mas repito quem errou foi ele, ou não, seguiu o que achou que o fazia mais feliz”, escreveu uma seguidora.

Em contrapartida, muitos foram os fãs que estiveram do ‘lado de Cláudio’ e comentários como: “Já chega de CD…!!!! Mais uma vez,Cláudio Ramos em grande“, “Confesso que estou com o Cláudio, poderia ter havido um pouco mais de cuidado no início” ou “estou com o claudio ramos… tb nao simpatizo com a carolina deslandes, nao vi o programa pq a vida dela nao me interessa para nada, alem que as musicas sao mto chatas!!!”, são alguns dos que se podem ler.

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Rui Maria Pêgo: “Ninguém pode ser convertido em nada. Somos o que somos.”

O filho de Júlia Pinheiro esteve no programa “5 Para a Meia Noite” e respondeu abertamente as todas as questões que lhe foram feitas…

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Mafalda Veiga/Instagram

Esta quinta-feira, 17 de Janeiro, foi para o ar mais um “5 para a meia noite”, na RTP1.

Rui Maria Pêgo foi um dos convidados do programa e esteve na rubrica “Pressão no Ar”, que consiste num conjunto de perguntas ao entrevistado.

Assim, e confrontado com a questão: “Quais as três pessoas em Portugal que gostavas que calassem mesmo a boca?”, o filho de Júlia Pinheiro respondeu de imediato:

“Maria José Vilaça [a psicóloga que defende que a homossexualidade é uma doença] (…) Maria Leal e tenho uma péssima, não vou dizer”, começou por dizer, atirando de seguida o terceiro nome: “Mafalda Veiga”, confessando: “Mas é porque eu não gosto muito da música mas há pessoas que gostam muito”.

 

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A julgar pelo sorriso, concluímos que o @ruimariapego queria mesmo vir à #pressãonoar! 😀 #5meianoite #rtp

Uma publicação partilhada por 5 Para a Meia-Noite (@5meianoite) a

Mais à frente, e ‘pegando’ na primeira resposta dada pelo animador de rádio, Inês Lopes Gonçalves questiona: “O que é que tu dirias a Maria José Vilaça?”, ao que Rui Maria Pêgo responde:

“Eu diria que… Acho que o grande problema de Maria José Vilaça é não ter experimentado nada que a fizesse realmente feliz. Aliás, há lá um momento em que ela diz, numa entrevista,«podia ter me acontecido a mim, eu estive perto de que me acontecesse». Se calhar podia ir passar umas férias com umas amigas, para animar, não é? ‘Vai Vilaça que é mesmo tua’”.

Num tom mais sério, o filho de Júlia Pinheiro ainda reforçou:

“É gravíssimo que alguém crie um grupo e que venda uma coisa como uma terapia de conversão. Ninguém pode ser convertido em nada. Somos o que somos e não temos se quer que ter dúvidas”.

Vê a entrevista na íntegra aqui:

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