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Cão “fingiu” estar doente, para que os donos ficassem com ele em casa. E resultou…

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Sofrer por amor, umas vezes mais frequentemente que outras, não é uma patologia psicológica que tenha a si associados quaisquer sintomas. Portanto, ciente disso – ou talvez não! – este cachorro decidiu inventar este ‘esquema’ para que a dona ficasse em casa…

Sullivan vive com os donos, Alex e Kennady, no Utah, nos Estados Unidos. Na semana passada, Kennady decidiu passar a hora de almoço em casa com Sullivan. Quando chegou a hora de regressar ao emprego, contudo, algo aconteceu: Sullivan começou a fazer um ruído, como se fosse uma tosse, que a assustou e preocupou.

“Aquilo preocupou-me, mesmo! Ele estava só a abanar a cauda e queria brincar, mas, ao mesmo tempo, fazia aquele barulho horrível!”, explica Kennady, em declarações ao site The Dodo.

Kennady telefonou, então, para o marido, para lhe contar o sucedido. Uma vez que Kennady não podia ficar com Sullivan em casa, Alex decidiu ir para casa mais cedo para ver o que se passava com Sullivan e para se certificar de que as coisas não pioravam…

Contudo, com a dose extra de mimos e atenção, a misteriosa ‘tosse’ desapareceu, milagrosamente… Da mesma forma que surgiu, acabou por desaparecer, sem aviso prévio e sem que nada fosse feito!

Naquela noite, parecia que Sullivan tinha sido descoberto. “Achámos que ele tinha engolido alguma coisa e que, finalmente, a tinha conseguido expelir”, referiu Kennady.

Na manhã seguinte, contudo, quando o casal se preparava para sair de casa para o trabalho, Sullivan começou, de novo, a fazer os mesmos ruídos. Alex, preocupado, uma vez mais, com o cão, achou que seria melhor ficar mais um dia em casa. Sullivan conseguia, assim, a resposta que queria!

Mas, desta vez, porém, o plano saía-lhe furado… Alex levou Sullivan ao veterinário, onde lhe foram feitos alguns exames. A tosse? Era falsa!

Contudo, para se certificarem a cem por cento dos seus sintomas, o casal levou Sullivan a mais uns quantos veterinários.

“Todos nos deram a mesma resposta: O Sullivan sabia que, se se mostrasse doente naquelas manhãs em que saímos para o trabalho, teria mais atenção e mimo!”, explicou Kennady.

O comportamento de Sullivan não é, contudo, incomum em cães, especialmente quando de trata dos seus ‘humanos preferidos’.

Jill Sackman, Diretor do Serviço de Comportamento Animal do  BluePearl Veterinary Partners, explica que esta linha de procedimento tem um nome: condicionamento operante.

“Os cães aprendem que determinados comportamentos em coisas que são boas, como, por exemplo, uma tosse ou um espirro faz com que tenha mais atenção e mimo. Não diria que é falso, mas antes que os cães são tão espertos que percebem que a tosse lhes traz essa recompensa”, explica o especialista em declarações ao The Dodo.

Entretanto, Sullivan parou de fingir a tosse. Kennady acredita que o seu cão percebeu que a tosse falsa traz duas realidades: a atenção em dose dupla, mas também outra (menos boa!), que foi a ida ao veterinário!

“Na verdade, não estou admirada que ele tenha feito isto! Ele demonstrou ser muito esperto, logo quando o trouxemos, em bebe. Aprendeu tudo logo muito rápido! É um cão maravilhoso!”, finaliza Kennady.

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