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Bruno Nogueira comenta estreia do “Big Brother”: “O Cláudio Ramos é um erro de casting…”

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“Ele a apresentar o “Big Brother” faz tanto sentido como meter o Pinóquio a fazer o “Polígrafo”, da SIC…”, considerou ainda Bruno Nogueira.

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Bruno Nogueira comenta estreia do “Big Brother”: “O Cláudio Ramos é um erro de casting…”
Cláudio Ramos/Instagram

O tema da última rubrica “Tubo de Ensaio”, de Bruno Nogueira, na TSF, foi a estreia do “Big Brother”, na TVI, no passado domingo, dia 26 de abril.

“Domingo, a TVI estreou mais uma edição do “Big Brother”, é mesmo o que nos está a apetecer ver: pessoas obrigadas a estar fechadas numa casa….”, começou por dizer o humorista, fazendo uma analogia com a vida real que todos vivemos nos dias de hoje.

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De seguida, e com o humor que o caracteriza, comentou a prestação de Cláudio Ramos na condução do reality-show:

“Confesso que espreitei aquilo e, para começar, acho que o Cláudio Ramos é um erro de casting, porque ele a apresentar o “Big Brother” faz tanto sentido como meter o Pinóquio a fazer o “Polígrafo”, da SIC, ou o Marques Mendes a relatar a NBA. Cheira-me que o Cláudio vai ser a primeira pessoa a abandonar o programa”, considerou.

Bruno Nogueira ainda sublinhou que não é possível comparar o apresentador a Teresa Guilherme, a eterna apresentadora deste formato televisivo da TVI:

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“Comparar a Teresa Guilherme a apresentar o “Big Brother” com o Cláudio é o mesmo que comparar uma ceifeira debulhadora com uma tesoura de poda”, afirmou, destacando os icónicos trocadilhos da comunicadora.

“A Teresa, só ontem, já tinha conseguido casar seis concorrentes e provocar o divórcio a outros dois. O Cláudio, no máximo, consegue pôr um concorrente a fazer um coração com as mãos ou a tirar pétalas a um malmequer a ver se alguém gosta de alguém. Não houve um trocadilho de natureza sexual, lamentável. Foi como passar de uma música do Quim Barreiros para os Madredeus”.

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“Os trocadilhos do teleponto da Teresa faziam-me bem à ciática, aquelas sequências de trocadilhos à volta da mesma palavra (…) para mim tinha o efeito de choques eléctricos”, acrescentou ainda.

No final, fez uma breve análise dos concorrentes, referindo: “O que mais me impressionou foi eles saberem os números de 1 a 5, aposto que isto já é a telescola a funcionar”.

Ouve a crónica na íntegra aqui.

Adoro rádio, televisão, música e sobretudo notícias... Licenciada em Comunicação e Media, todos os dias trago-te os destaques da vida dos famosos...

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