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Atirou dois cães do topo de um edifício, foi julgado, e teve pena exemplar

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Edward Hanania, de 23 anos, de Oak Lawn, Illinois, nos Estados Unidos, foi recentemente sentenciado com 5 anos de prisão pelo crime de maus tratos com animais.

O homem, que se fez passar pelo dono de dois poodles, chegou a pagar uma recompensa à pessoa que os encontrou, alegando ser dono dos referidos cães. Assim que os teve em seu poder, atirou-os do de um parque de estacionamento, situado num 5º andar.

Um dos cães, Angel, de apenas 14 meses, sobreviveu, por ter caído em cima da relva. O pai, Garo, de 6 anos, infelizmente, não teve a mesma sorte, tendo morrido com o embate.

Os investigadores envolvidos no processo acreditam que o jovem de 23 anos terá atirado os cães do topo do edifício de uma clínica médica, a Advocate Christ Medical Center, depois do verdadeiro dono ter aparecido com documentos que comprovavam a sua veracidade.

Edward Hanania encontra-se, correntemente, a cumprir uma pena de seis anos por ter violado a liberdade condicional num processo crime relacionado com drogas.

Randy Palmer, chefe de polícia de Oak Lawn, refere, em declarações ao jornal Daily Southtown: A justiça foi encontrada, eu diria…”

O problemático jovem terá fingido ser dono dos referidos cães, depois de ter visto uma foto deles no Facebook. Deu uma recompensa de 20 dólares a uma mulher que os encontrou na rua e, um dia depois, atirou-os do 5º andar de um prédio.
A pequena Angel encontra-se, aparentemente bem, apesar de ter fraturado uma perna e de ter danificado os pulmões.
O dono confessa-se devastado com o que aconteceu com os seus cães, depois de terem fugido de casa…

Os procuradores envolvidos no processo afirmam que as camaras de videovigilância do parque da clínica mostram Edward Hanania a sair de um carro.

O caso foi seguido de perto por membros de algumas associações protetoras dos animais. “Penso que a nossa presença no processo foi de extrema importância para o seu desfecho”, afirma Peggy O’Leary, uma das ativistas. “O advogado nomeado pelo Estado veio falar connosco e disse-nos que o Juíz estava ciente da natureza deste homem…”, rematou.

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