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Após agressões, ator Diogo Fialho recorda: “Estive 4 horas sentado numa cadeira de rodas…enchi um balde de sangue”

11 meses depois do episódio, o jovem ator esteve presente no programa “Júlia” e falou pela primeira vez sobre aquela madrugada…

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Diogo Fialho/Instagram

Foi no passado dia 02 de agosto de 2018 que Diogo Fialho foi notícia por ter sido violentamente agredido, quando vinha do trabalho.

Agora, 11 meses depois do episódio, que o deixou com a cara completamente desfigurada, o jovem ator esteve presente no programa “Júlia“, na SIC, para falar pela primeira vez sobre aquela madrugada.

Diogo Fialho começou por confessar que as memórias daquele dia são poucas, mas tem alguns “flashes”:

“Lembro-me de falar com aqueles rapazes, não me lembro o que é que falamos, lembro-me que foi tudo muito rápido…”, disse, referindo o que aconteceu depois da agressão:

“Eu fico depois sentado nas escadas do elevador da Glória e depois é um funcionário de um hostel, alguém entrou no hostel àquela hora e disse-lhe  que estava um rapaz todo ensanguentado lá em baixo (…), que me leva para dentro do hostel”, partilhou, afirmando que foi depois socorrido e levado para o hospital.

Já nas urgências, Diogo Fialho admitiu que perdeu muito sangue:

“Estive umas quatro horas sentado numa cadeira de rodas a encher um balde [de sangue] literalmente… Durante esse tempo todo enchi um balde de sangue”, revelou.

Tiago Fialho, irmão mais velho do ator, surgiu depois em estúdio, e partilhou com o que se deparou quando encontrou o irmão:

“Vi o meu irmão neste estado. A cara dele estava o dobro do que se vê nas imagens. Estava torta e do lado esquerdo tinha um alto enorme, irreconhecível (…)”, confessou, revelando depois que o informaram de que o jovem ator teria de ser submetido a uma operação, que acabou por demorar cerca de sete horas.

Sobre a queixa, que apresentou três dias depois, Diogo Fialho contou:

” (…) Ninguém me perguntou nada. Eu fiz a queixa, eles tinham o auto, e disseram: «agora para prestar declarações tem de esperar que o chamem para isso»”, admitindo que, até à data, ninguém o chamou.

Assumindo-se um “pacifista”, Diogo Fialho mostrou-se positivo e tranquilo com o episódio, já o irmão acabou por mostrar a sua revolta:

“(…) Foi uma agressão gratuita e não se fez nada. Pode acontecer mais vezes, a mais pessoas (…) Quando aceitei vir foi para que não seja esquecido o que aconteceu ao meu irmão. O meu irmão é um paz de alma”, terminou.

Vê a entrevista na íntegra aqui:

Tenho 21 anos e sou formada em Comunicação. Apaixonada pelos media, acabei o curso e comecei a escrever aqui logo de seguida... Adoro rádio, televisão, música e sobretudo notícias... Todos os dias trago-te os destaques da vida dos famosos...

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