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Aos 52 anos, Cláudia Raia volta a posar sem roupa: “É muita beleza…”

Numa entrevista sem pudor ou medo dos temas e das palavras Cláudia Raia revela o propósito desta capa na sua entrevista que, faz o que ‘gosta e acha bonito’…

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Claudia Raia / instagram

Cláudia Raia está na capa da revista Ela do jornal brasileiro O Globo.

Surpreendente, aos 52 anos, a actriz volta a posar sem roupa (e sem medos) para a capa de uma revista.

Numa entrevista sem pudor ou medo dos temas e das palavras, Cláudia Raia revela o propósito desta capa na sua entrevista que, faz o que ‘gosta e acha bonito’.

“Eu faço o que acho bonito, legal. É diferente posar nua hoje e antes. Lá atrás, fui a pessoa que mais fez ‘Playboy’ — quatro ensaios e cinco capas —, mas sempre encarnava uma personagem, tinha uma coisa teatral no ensaio. Fiz mesmo e não me arrependo.”, lê-se na publicação

Uma entrevista onde fala sobre a sua carreira, o caminho que percorreu e onde está neste momento:

“Tive uma carreira de sex symbol e usei isso ao meu favor, mas logo no início da carreira vi que eu tinha dois caminhos a seguir. Pensei: ‘Bom, se for por aqui, minha carreira vai acabar aos 30’; ‘se eu for por ali, posso me tornar uma atriz respeitada, que é o que quero ser’. Escolhi o último caminho e acho que funcionou. ” , lê-se.

Sobre o seu novo desafio profissional, Cláudia Raia conta que se trata de um canal para mulheres depois dos 50:

“Tive a ideia do canal para mulheres de 50 porque sonhava em ter um programa para conversar com as pessoas. A apresentadora madura, que tem glamour, é engraçada e popular, foi embora com a Hebe. Fiquei com vontade de ser essa pessoa. No Brasil, a mulher ‘morre’ quando faz 40 anos e só renasce aos 80, 90, quando vira a velhinha fofa. A mulher do meio não existe, nem na publicidade nem na casa das pessoas. Mas ela é muito potente: os filhos estão criados e a carreira, estabelecida. Por isso, não é bem vista num país machista. ‘Essa roupa não é para você’, ‘cabelo longo com essa idade?’. Ela acredita nesse discurso. Com a maturidade, percebi isso na pele. Mas não aceitei. Sou como um tractor, passo por cima das pessoas. Mas a maioria das mulheres não é assim. Eu sou porque fui criada por mulheres — meu pai morreu quando eu tinha 4 anos e ficamos eu, minha avó, minha mãe e minha irmã, quatro mulheres poderosas de calças compridas.”

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