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Ana Brito e Cunha fala de Maria Flor, a filha que perdeu ainda antes de nascer

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“Sentia-me vazia…”

Publicado

em

TVI

Foi no programa “A Tarde é Sua”, da TVI, que Ana Brito e Cunha recordou aquele que será um dos períodos mais difíceis da sua vida.

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A atriz partilhou, em conversa com Fátima Lopes, a época em que perdeu a filha, durante a gestação.

Na entrevista, Ana Brito e Cunha recordou a infância que passou em Madrid, assumiu-se uma mulher de fé e acabou por relembrar a interrupção de gravidez, às 20 semanas.

Quando questionada acerca de como ultrapassa os momentos menos positivos, a atriz garante que é “com gratidão”:

“Primeiro, porque estou viva, tenho saúde, uma cama onde me deito à noite e comida em casa. Gratidão para o que tenho. E desvalorizar o que não tenho ou perdi”.

Perder a filha durante a gravidez foi um momento traumático, mas Ana Brito e Cunha não se coibiu de partilhar essa época e confessou ter descoberto que o bebé teria Síndrome de Turner.

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Miguel Carvalho, seu namorado na altura, insistiu que a segurança da atriz estaria em primeiro lugar e queria prosseguir com a interrupção, algo que Ana Brito e Cunha garante lhe ter feito “muita confusão”. “Ele tinha muito medo por mim porque havia o perigo de eu ficar em risco com a evolução da gravidez”, disse.

Aconselhada pelo médico que a acompanhou na altura, a atriz escolheu avançar com a interrupção da gestação mas partilhou, em conversa com Fátima Lopes, um episódio que garante ter sido marcante para si.

“O médico perguntou-me se eu podia esperar porque queria ser ele [a acompanhá-la no procedimento]”, adiantou. “E o coração parou no dia a seguir de manhã. Eu sentia qualquer coisa esquisita. Sentia-me vazia. Sonhei nesse dia com uma viagem da Maria Flor.”

A actriz refere-se à filha como Maria Flor e garante ter sonhado que a filha teria este nome.

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Com 42 anos, Ana é casada com Afonso Coruche, desde 2016. O casal tem, em comum, o pequeno Pedro Afonso, de dois anos.

Sou jornalista desde sempre, diria. Comecei na rádio, no tempo em que ‘explodiram’ as rádios locais. Mais tarde, o ‘bichinho’ do jornalismo regressou e eu voltei, desta vez para as revistas. Trabalhei 11 anos na Media Capital, na revista Lux. Gosto de artistas: actores, actrizes, cantores, gente da televisão… E gosto de escrever sobre eles, de conhecer o seu outro lado. Sou jornalista de formação, tenho a Carteira de Jornalista desde 1993 e isto é o que faço e farei. Para o resto da vida. Provavelmente.

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