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“Vais com a Cristina?”: Joana Barrios quebra o silêncio

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Após semanas de incerteza, Joana Barrios quebrou o silêncio…

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Reproduções | Instagram

A transferência de Cristina Ferreira surpreendeu tudo e todos. A apresentadora regressa à “casa da mãe” que a viu nascer para a televisão, fazendo o caminho inverso de há dois anos.

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Desde que foi anunciada a mudança, que muitas dúvidas têm surgido sobre quem vai acompanhar a líder do “O Programa da Cristina” nesta nova aventura na TVI.

Joana Barrios, uma das peças que mais brilhou no matutino da SIC quebrou o silêncio neste domingo, 26 de julho.

“Em resposta à pergunta “VAIS COM A CRISTINA?”, eis a minha resposta um pouco barroca, eu sei. Os portugueses são muito nostálgicos e têm muita dificuldade em aceitar mudanças. Por força da minha criação, mudanças e eu é ‘tu cá tu lá’. Talvez por isso aquela parte da instabilidade da profissão que escolhi não me tenha assustado muito na hora de escolher mesmo. Seja como for, também não sabia o que é que a Cristina andava a fazer, também fui apanhada de surpresa, porém não me surpreendi com essa fatalidade toda. Pensei antes ‘GRANDE‘. Já dissémos muitas vezes e é verdade, que temos um entendimento que vai para além do que é verbalizado”, começa por escrever Joana Barrios.

“Relativamente à Cristina, tenho-lhe brindado todos os dias. É assim que faço a todos os amigos que cumprem os seus sonhos, realizam as suas ambições e chegam onde se propõem chegar. A Cristina é das poucas pessoas com quem trabalhei nestas coisas mais mainstream que nunca me disse que tenho de mudar e que sabe o nome de todas as pessoas que estão no platô, por exemplo. Também é das poucas que se preocupa com a precariedade e que encontra formas de maximizar o ganho, minimizando o risco sempre que pode e como pode”, acrescentou.

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“A Cristina tem todas as qualidades, honesta e gaiteira, como na música do Telmo Miranda. E agora foi cumprir novos desígnios, envoltos em grande mistério (apenas como as lendas fazem), que já fizeram correr mais tinta esta semana que a indústria de fast fashion terá vertido ilegalmente em cursos de água doce nos últimos dez anos. Posto tudo isto, é evidente que vou com a Cristina para onde ela for, da mesma forma que ela também vem comigo para onde eu for, porque nestas profissões é assim: os laços que se criam ficam para sempre e ficamos felizes com o sucesso alheio”, concluiu.

Ora veja:

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Em resposta à pergunta “VAIS COM A CRISTINA?”, eis a minha resposta um pouco barroca, eu sei. Xs portuguesxs são muito nostálgicxs e têm muita dificuldade em aceitar mudanças. Por força da minha criação, mudanças e eu é tu cá tu lá. Talvez por isso aquela parte da instabilidade da profissão que escolhi não me tenha assustado muito na hora de escolher mesmo. Seja como for, também não sabia o que é que a Cristina andava a fazer, também fui apanhada de surpresa, porém não me surpreendi com essa fatalidade toda. Pensei antes “GRANDE!”. Já dissémos muitas vezes e é verdade, que temos um entendimento que vai para além do que é verbalizado. E quando soube da notícia liguei-lhe. E a Cristina contou-me. E eu dei-lhe os parabéns e fiquei muito feliz por ela. A Cristina não fica a lamentar o que não fez, não fica com saudades do que foi, porque quando se dá já ter sido, ela sabe que fez e deu o seu melhor. #unapologetic. Há muitos anos escrevi um texto sobre ela, quando ainda não a conhecia, e chamei-lhe it-girl. Continuo a vê-la como essa it-girl e o que fiz no final de tarde de 17 de Julho foi o seguinte: tinha estado a testar uma luz com o meu Marido, que ele tinha um trabalho grande e queria ver se a ideia que tinha para a luz era materializável. Eu sou a sua cobaia de luzes, por isso, fomos assim mais ao fim da tarde para o local certo, com xs miúdxs. Quando terminou o teste de luz, fizemos a piada do costume: “olha, já tens alto post para hoje” e eu ia consultar o telefone para combinar coisas familiares quando vi uma mensagem da minha cunhada a perguntar se era verdade. Parámos num café para comprar águas porque xs criançxs estavam com sede e eu comprei duas minis para nós. Brindámos à Cristina, à sua audácia e ao seu sucesso. Porque é genuinamente o que sinto por ela. A vida nessa sexta-feira decorreu como habitualmente e depois de encerrada a sessão de afazeres domésticos, quando finalmente me sentei depois da cozinha arrumada, pensei que “se calhar, neste segmento que tanto adoro da minha profissão, sou capaz de estar parcialmente desempregada”. [continua nos comentários]

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