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Um ano depois, Dolores Aveiro quebra silêncio sobre AVC: “Vi a minha vida a fugir-me entre os dedos…”

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O relato (impressionante) de Dolores Aveiro: “Sem me conseguir mexer, só me lembro de ver as lágrimas do meu neto…”

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Dolores Aveiro / instagram

Dolores Aveiro sofreu um AVC isquémico em março do ano passado, pouco tempo antes de a pandemia do novo coronavirus ter “tomado conta” das vidas de milhões de pessoas em todo o mundo.

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A matriarca do clã Aveiro esteve internada durante vários dias no Hospital Nélio Mendonça, no Funchal, sempre acompanhada pelos filhos, que, no caso de Kátia Aveiro e Cristiano Ronaldo rumaram à ilha da Madeira para dar apoio à mãe.

Agora, um ano depois de ter sofrido o AVC, Dolores Aveiro quebra o silêncio para falar sobre o episódio que a fez ver a “vida quase a fugir entre os dedos”: “Faz hoje um ano que vi a Minha vida quase a fugir-me entre os dedos, e afortunadamente eu consegui agarrar-me a uma luz, luz essa que me puxava para cima, uma luz que teimosamente insistia que aquele era só mais um obstáculo a ser ultrapassado e mais uma história de superação para contar da minha vida. Mais uma entre tantas”, começa por escrever Dolores Aveiro.

A mãe de Cristiano Ronaldo fala explica depois porque decidiu só agora falar abertamente sobre o caso: “Nunca falei abertamente sobre o que aconteceu na verdade, só porque recuperei a quase 100% as pessoas acham que nada aconteceu ou que, foi pequeno o susto que eu dei aos meus filhos e a quem me ama de verdade, nunca fui de me vitimar, falo nas minhas histórias de superação com orgulho e não para que sintam pena de mim, sei que tem milhões de histórias iguais ou piores que a minhas, mas cada um sabe da sua dor, não é verdade?”, pode ler-se.

Mais à frente, e já na caixa de comentários da publicação que mostra uma fotografia inédita captada no hospital doze dias depois de ter sido internada, Dolores Aveiro detalha as horas difíceis que viveu naquela unidade hospitalar: “Eu fiquei na cama de um hospital ligada a dezenas de fios e entubada”, pode ler-se.

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Depois, Dolores Aveiro revela a preocupação dos filhos: “As horas seguintes ao AVC foram de tortura para os meus, eles não sabiam como eu iria acordar eles não sabiam como seriam os danos, eles estavam com medo, de me perder para uma cama de hospital, inválida sem os reconhecer e com muitas limitações (típico do que me aconteceu ) nunca foi contado em público a gravidade da minha situação naquele momento”, pode ler-se.

Mais à frente no longo texto, Dolores Aveiro recorda o dia em que acordou e o que sentiu quando viu os quatro filhos ao seu lado: “Acordei algumas horas depois, sem saber o que me aconteceu muito bem, olhei em frente e vi meus filhos em volta da minha cama, eu rodeada de máquinas e sem conseguir me mexer, só me lembro de ver as lágrimas do meu neto ( aqueles olhinhos vivos me olhavam com tanto amor) e aí eu gritei ,gritei de confusão na minha cabeça, gritei, chorei muito,(foi forte a emoção naquele momento, não teve ninguém naquele lugar que não se emocionou )naquele momento eu pensei que estava quase no fim, horas antes eu tinha ido para a minha cama, dois dos meus filhos moram fora da minha terra, dois deles perto de mim e quando abri os olhos eles os 4 estavam diante de mim, aos meus pés..”, pode ler-se.

Ora veja:

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