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“Tu vais ficar sem nada quando a Betty partir certo?” José Castelo Branco faz confissões inéditas a Cristina Ferreira

O socialite faz capa da revista CRISTINA deste mês e já foi revelado um excerto da entrevista…

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Cristina Ferreira/Facebook

Esta quinta-feira, 06 de Dezembro, Cristina Ferreira revelou a capa da revista “CRISTINA” deste mês.

O novo rosto da SIC mostrou então duas publicações cujas capas são distintas mas ambas têm José Castelo Branco como foco principal.

Na legenda, a apresentadora partilhou com os seguidores que o grande objetivo desta capa é ‘despir a personagem’ e no fundo, satisfazer a curiosidade dos leitores:

“Havia uma única condição: despir a personagem. Quem é afinal José Castelo Branco? As perguntas que toda a gente faz estão amanhã na @revistacristina . ❤”.

Na capa em questão é ainda possível ver frases como:

“Tenta perceber as razões”, “Tenta evitar o preconceito”, “Tenta olhar sem julgar”, “Tenta abraçar a diferença” e por fim, “Tenta, É Natal”.

Ora, momentos depois da revelação, e como de costume, Cristina Ferreira partilhou um excerto da entrevista nas redes sociais.

No vídeo, o socialite lembrou o inicio da relação com Betty Grafstein, que confessou ter começado “por ter conversas”, afirmando depois: “Houve paixão, mas que paixão, ainda hoje continua, até sexual (…) no início, fantástica, um relacionamento sexual fantástico”.

Cristina Ferreira acabou depois por confrontar José Castelo Branco com o facto de muitas pessoas não entenderam o seu desejo sexual por mulheres: “Eu tenho um prazer enorme de ter sexo com mulheres”, garantiu, mostrando-se incrédulo: “Então como é que não percebem, se eu fiz um filho…. Eu não fiz um bebé proveta”.

No excerto apresentado, o socialite reforçou ainda:

“O meu amor com a Betty é incondicional…”, acrescentando: “Nunca me aproveitei de nada, casámos com separação total de bens, tudo bem que ela tinha mais de 60 anos mas eu podia ter exigido um acordo pre-nupcial”, afirmou.

Assim, e depois de ter revelado a razão pela qual Betty Grafstein casou consigo, Castelo Branco partilhou que nos dias de hoje é o próprio a cuidar da mulher:

“Hoje sou um cuidador da Betty, sou eu que dou banho à Betty, mas sempre fui eu que tratei da Betty…”, disse.

No final do vídeo, e confrontado com a questão: “Estás preparado para o fim?”, o socialite depressa afirmou: “Não” e a emoção tomou conta de si quando Cristina Ferreira o questionou: “Tu vais ficar sem nada quando a Betty partir certo?”.

Tenho 21 anos e sou formada em Comunicação. Apaixonada pelos media, acabei o curso e comecei a escrever aqui logo de seguida... Adoro rádio, televisão, música e sobretudo notícias... Todos os dias trago-te os destaques da vida dos famosos...

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Sofia Aparício recorda episódio de assédio sexual: “Agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele…”

A atriz e modelo deu o seu testemunho e deixou uma mensagem importante a todas as mulheres…

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TVI/Site

Na passada sexta-feira, 15 de Fevereiro, Sofia Aparício marcou presença no Jornal das 8, da TVI, para falar sobre assédio sexual.

A atriz foi convidada por José Eduardo Moniz, juntamente com mais duas mulheres, para dar o seu testemunho enquanto vítima.

Depois de admitir terem sido “várias” as situações, a também modelo acrescentou depois:

Eu lembro-me de sentir sempre muita raiva e nojo. Nunca me cheguei a sentir-me humilhada, porque a verdade é que eu acabei sempre por resolver as situações naquela altura”, confessou.

Contando depois com mais pormenor como eram as situações, Sofia afirmou:

“Uma vez, uma pessoa que, hierarquicamente, estaria acima de mim, um diretor do projeto onde eu estava, agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele. E como eu não gostava dele e como nunca lhe tinha dado azo ou abertura a isso…”, exemplificando depois: “Ou seja, não é porque eu estou assim vestida que eu estou a pedi-las…”.

O jornalista interpelou-a depois acerca de muitos homens acharem que a roupa, eventualmente, pode ter como objetivo gerar determinados tipos de apetites:

“Pois, não, não, não. Eu visto-me assim, porque eu tenho muito orgulho em ser mulher e gosto muito de me sentir feminina”, reforçou a atriz.

“E a liberdade dos outros acaba exatamente onde a minha começa. E a minha liberdade começa no meu corpo. E eu não admito que ninguém me toque sem a minha autorização. Mas isto acontecia-me mesmo em criança, no metro, em hora de ponta”, lembrou depois, acrescentando: “O assédio sexual, pelo menos na minha geração. Acho que a sociedade está a evoluir, de maneira que as pessoas têm mais respeito umas pelas outras e eu acho que a minha sobrinha já não passou por isso, felizmente. Mas eu lembro-me que deixei de andar de transportes públicos por causa disso, porque era apalpada, não sei dizer de outra maneira…

Confrontada depois com a pergunta: “Como é que resolvia essas situações?”, Sofia Aparício contou:

“Na realidade nunca pensei queixar-me, porque eu resolvia as situações. Duas vezes, dei um estalo, outra vez dei um empurrão e fechei a porta…”.

“Se eu não dou abertura àquela pessoa, se eu não dou confiança, eu não admito, só porque essa pessoa é meu superior hierárquico. Onde eu trabalho não há bem superiores hierárquicos: há o chefes de produção, há os diretores de projeto, mas, pronto, alguém que me poderia contratar e que várias vezes, pelo menos duas vezes, deixei de ser contratada por causa disso. Fui prejudicada profissionalmente, sim…“, admitiu.

A atriz terminou depois: “(…) Eu via, na altura, que aquilo que aquelas pessoas faziam comigo faziam também com outras pessoas que alinhavam. Eu não sei de histórias de pessoas que tenham alinhado obrigadas”.

Vê o video na íntegra aqui.

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