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Toy faz revelações surpreendentes: “Na minha noite de Natal, toda a gente fuma marijuana”

Toy esteve à conversa com Rui Unas, numa entrevista ao podcast, “Maluco Beleza”, relembrou alguns momentos e fez revelações surpreendentes…

Publicado

em

Maluco Beleza/ Instagram

O cantor português esteve à conversa com Rui Unas, numa entrevista ao podcast “Maluco Beleza”.

Toy recordou alguns momentos da sua adolescência, respondeu a algumas questões dos fãs e fez revelações inéditas.

Relembrando a única “bebedeira a sério”, o artista afirmou que foi aos 13 anos, numa saída à noite com a irmã, dois anos mais velha.

A meio da conversa, o cantor contou ainda que todos os anos, na sua noite de Natal, a família reúne-se para fumar marijuana:

Na minha noite de Natal, tenho sempre um saquinho de marijuana em casa e, nessa noite, toda a gente fuma”, começou por contar, afirmando ser importante “desmistificar aquela estupidez de as pessoas acharem que erva é uma droga”.

Descontraído, o cantor terminou ainda:

Peguei num narguilé, que me ofereceram, pus a shisha, coloquei a erva toda em cima e até a avó Inês, com 89 anos, fumou”.

Na mesma entrevista, o cantor acusou dois artistas norte americanos de plagiarem o seu o tema “Corazón Sin Edad”, que conta também com uma versão em português.

O cantor, de 55 anos, afirmou que foram os amigos do filho que o alertaram para as semelhanças com a música norte-americana “No Competition”:

Descobri um plágio de uma música minha de uns americanos que têm 15 milhões de visualizações”, disse. Toy revelou também que já entregou o caso à Sociedade Portuguesa de Autores.

Podes ouvir aqui o tema que o artista considerou ser um plágio da sua música:

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Sofia Aparício recorda episódio de assédio sexual: “Agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele…”

A atriz e modelo deu o seu testemunho e deixou uma mensagem importante a todas as mulheres…

Publicado

em

TVI/Site

Na passada sexta-feira, 15 de Fevereiro, Sofia Aparício marcou presença no Jornal das 8, da TVI, para falar sobre assédio sexual.

A atriz foi convidada por José Eduardo Moniz, juntamente com mais duas mulheres, para dar o seu testemunho enquanto vítima.

Depois de admitir terem sido “várias” as situações, a também modelo acrescentou depois:

Eu lembro-me de sentir sempre muita raiva e nojo. Nunca me cheguei a sentir-me humilhada, porque a verdade é que eu acabei sempre por resolver as situações naquela altura”, confessou.

Contando depois com mais pormenor como eram as situações, Sofia afirmou:

“Uma vez, uma pessoa que, hierarquicamente, estaria acima de mim, um diretor do projeto onde eu estava, agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele. E como eu não gostava dele e como nunca lhe tinha dado azo ou abertura a isso…”, exemplificando depois: “Ou seja, não é porque eu estou assim vestida que eu estou a pedi-las…”.

O jornalista interpelou-a depois acerca de muitos homens acharem que a roupa, eventualmente, pode ter como objetivo gerar determinados tipos de apetites:

“Pois, não, não, não. Eu visto-me assim, porque eu tenho muito orgulho em ser mulher e gosto muito de me sentir feminina”, reforçou a atriz.

“E a liberdade dos outros acaba exatamente onde a minha começa. E a minha liberdade começa no meu corpo. E eu não admito que ninguém me toque sem a minha autorização. Mas isto acontecia-me mesmo em criança, no metro, em hora de ponta”, lembrou depois, acrescentando: “O assédio sexual, pelo menos na minha geração. Acho que a sociedade está a evoluir, de maneira que as pessoas têm mais respeito umas pelas outras e eu acho que a minha sobrinha já não passou por isso, felizmente. Mas eu lembro-me que deixei de andar de transportes públicos por causa disso, porque era apalpada, não sei dizer de outra maneira…

Confrontada depois com a pergunta: “Como é que resolvia essas situações?”, Sofia Aparício contou:

“Na realidade nunca pensei queixar-me, porque eu resolvia as situações. Duas vezes, dei um estalo, outra vez dei um empurrão e fechei a porta…”.

“Se eu não dou abertura àquela pessoa, se eu não dou confiança, eu não admito, só porque essa pessoa é meu superior hierárquico. Onde eu trabalho não há bem superiores hierárquicos: há o chefes de produção, há os diretores de projeto, mas, pronto, alguém que me poderia contratar e que várias vezes, pelo menos duas vezes, deixei de ser contratada por causa disso. Fui prejudicada profissionalmente, sim…“, admitiu.

A atriz terminou depois: “(…) Eu via, na altura, que aquilo que aquelas pessoas faziam comigo faziam também com outras pessoas que alinhavam. Eu não sei de histórias de pessoas que tenham alinhado obrigadas”.

Vê o video na íntegra aqui.

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