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Tânia Laranjo assume-se “mulher de direita”, mas rejeita estereótipos: “Sou suficientemente…”

Tânia Laranjo assumiu-se “mulher de direita” mas rejeitou representantes e rótulos…

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Reproduções | Instagram

Nesta sexta-feira, 28 de agosto, Tânia Laranjo recorreu às redes sociais para reagir ao debate em torno de uma alegada “guerra contra as mulheres de direita”.

A jornalista da CMTV e colunista do Correio da Manhã é conhecida pelo tom irónico com que assina reflexões regulares nas redes digitais, como é exemplo este desabafo que mostrámos aqui.

Face a uma recente discussão pública sobre a legalização do aborto, Tânia Laranjo veio pronunciar-se: “Há uma guerra contra as mulheres de direita. Eu sou mulher, sou de direita e não dei por nada. O que me deixa bastante descansada, mas ligeiramente preocupada com a qualidade da guerra. Se calhar é uma guerra por correspondência e a carta perdeu-se”.

“O que me faz alguma confusão é esta coisa de falar ‘pelas mulheres de direita’, como se existisse uma Mulher de Direita oficial. Deve haver um exemplar original algures. Talvez numa redoma”, ironizou.

A rematar, Tânia Laranjo sublinhou: “Sou mulher. Sou de direita. E, com alguma sorte, sou suficientemente livre para não precisar que ninguém me diga como isso deve funcionar”.

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