Segue-nos
PUBLICIDADE

Famosos

Rui Maria Pêgo está doente e deixa “desabafo” nas redes sociais: “Impede-nos de comer e beber…”

O filho de Júlia Pinheiro recorreu à sua página de Instagram para partilhar um desabafo com os seguidores…

Publicado

em

Rui Maria Pêgo está doente e deixa “desabafo” nas redes sociais: “Impede-nos de comer e beber…”
Rui Maria Pêgo/Instagram

O filho mais velho de Júlia Pinheiro, Rui Maria Pêgo, está doente e recorreu às suas redes sociais para partilhar um desabafo com os seguidores.

Na sua página de Instagram, o radialista começou por contar quais são alguns dos sintomas da “amigdalite” que o afetou:

“Estou com amigdalite. Outra vez. Para quem nunca teve é como ter vidro a morar na garganta a roçar-se feliz no que pode e encontra. É um castigo silencioso tornado bactéria que se aloja e nos domina. Tira-nos a energia. Suga-nos o bom humor. Em casos limite, impede-nos de comer e beber – dobra-nos”, escreveu.

Esta não a primeira vez que o filho de Júlia Pinheiro tem esta inflamação e recordou qual foi “a pior de todas”:

“Era tudo muito diferente. Cegava de febre. Não comia. Por isso e não só por isso. Na altura, aproveitei e revi todas as temporadas de Sete Palmos de Terra e chorei (…). Importa aqui reforçar: o sofrimento não leva escala de gradação”, acrescentou.

No final, Rui Maria terminou com uma questão aos fãs: “Bem-vindo, Outono! Quem está comigo neste barco da infecção sazonal?”.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Estou com amigdalite. Outra vez. Para quem nunca teve é como ter vidro a morar na garganta a roçar-se feliz no que pode e encontra. É um castigo silencioso tornado bactéria que se aloja e nos domina. Tira-nos a energia. Suga-nos o bom humor. Em casos limite, impede-nos de comer e beber – dobra-nos. Já as tive na rádio, no teatro, no Filho da Mãe, em exames e muito apaixonado. Não me parece haver aqui um moodboard. Este céu arrancado agora e guardado aqui é só um reminder da pior de todas vivida exactamente neste quarto exactamente há 3 anos. Exactamente. Era tudo muito diferente. Cegava de febre. Não comia. Por isso e não só por isso. Na altura, aproveitei e revi todas as temporadas de Sete Palmos de Terra e chorei desde as vísceras como um branco privilegiado que mora num país sem guerra mas que tem DOR e DRAMAS e HEARTBREAK. Importa aqui reforçar: o sofrimento não leva escala de gradação. Embora, visto à distância, há lugares de partida que são Trevas. Lembram-se de quando a Claire vai embora e todos envelhecem? E as fotografias mudam todas na parede? Será para sempre o meu season finale preferido. Disse de sempre? De sempre. Para gente in synch com patcholi e Eckhart e luas e túneis multidimensionais, as amigdalites surgem por não verbalizarmos a raiva que sentimos. É o significado espiritual, assomam os que conhecem o IRS mas que prefeririam pagar em karma. Percebo-os. Devo ter algum para queimar. A verdade é que não sei. O que reconheço é que este céu é muito bonito, que não há amor como o dos pais e que voltar ao quarto onde matámos mais do que 22 demónios é o antídoto certeiro para a quarta amigdalite do ano. Bem-vindo, Outono! Quem está comigo neste barco da infecção sazonal? #bleçed

Uma publicação partilhada por Rui Maria Pêgo (@ruimariapego) a

Clica para comentar

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

TRENDING