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Rodrigo Guedes de Carvalho despediu-se do “amigo” Filipe Duarte com momento emocionante

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O pivô fez uma homenagem emotiva, e deixou um conselho a todos nós…

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SIC

A morte do actor Filipe Duarte deixou uma onda de consternação percorrer as redes sociais. Amigos e colegas deixaram tributos à vida do actor que morreu ontem, 17 de abril, aos 46 anos de idade.

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Rodrigo Guedes de Carvalho, que já tinha feito uma homenagem nas redes sociais, terminou o “Jornal da Noite” de ontem, na SIC, com um momento que emocionou muitos espectadores, deixando no fim um conselho a todos nós.

“A morte de Filipe Duarte não tem nada a ver com a Pandemia e no entanto, tem. Porque veio, absolutamente inesperada, no momento em que o nosso desespero coletivo já vê uma luz ao fundo do túnel. Quando voltamos a fazer planos, pensamos num recomeço e é uma trágica ironia que o Filipe tenha caído num dia assim, com o sol, entre conversas sobre esperança”, começa por declarar o pivô.

“Ganhou o carinho de milhões de portugueses o Filipe e muito justamente. A mim, hoje, morreu-me um amigo e a tanta gente morreu hoje um enorme amigo e o que ele era, como era com os outros, não há palavras que o descrevam, ou caibam aqui. Tinha 46 anos e por isso, há muita raiva misturada com a dor”, prossegue Rodrigo Guedes de Carvalho, que termina a intervenção com um conselho para todos: “A partida do Filipe não tem a ver com o vírus mas tem. Como nos pediu Maria de Sousa no poema que aqui li, esta semana, “carpe diem”, aproveitai o dia, cada dia, sempre.”

Ora veja:

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“A morte de Filipe Duarte não tem nada a ver com a Pandemia e no entanto, tem. Porque veio, absolutamente inesperada, no momento em que o nosso desespero coletivo já vê uma luz ao fundo do túnel. Quando voltamos a fazer planos, pensamos num recomeço e é uma trágica ironia que o Filipe tenha caído num dia assim, com o sol, entre conversas sobre esperança. Ganhou o carinho de milhões de portugueses o Filipe e muito justamente. A mim, hoje, morreu-me um amigo e a tanta gente morreu hoje um enorme amigo e o que ele era, como era com os outros, não há palavras que o descrevam, ou caibam aqui. Tinha 46 anos e por isso, há muita raiva misturada com a dor. A partida do Filipe não tem a ver com o vírus mas tem. Como nos pediu Maria de Sousa no poema que aqui li, esta semana, “carpe diem”, aproveitai o dia, cada dia, sempre.” Rodrigo Guedes de Carvalho

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