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Revelado o que pode ter levado à morte de Maria Custódia Amaral: “Poderá ter sido o gatilho…”

O homem suspeito de assassinar a filha da atriz Delfina Cruz aguarda julgamento em prisão preventiva…

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Reprodução/Redes sociais

O homem suspeito de assassinar Maria Custódia Amaral, filha da falecida atriz Delfina Cruz, ficou a conhecer esta segunda-feira, 2 de fevereiro, que vai ficar em prisão preventiva e aguardar julgamento num estabelecimento prisional.

No programa ‘Rua Segura’, da CMTV, desta terça-feira, 3, novos dados sobre a morte foram revelados pela jornalista Magali Pinto: “Maria Custódia Amaral foi morta durante o seu último ato profissional, a vítima foi angariar uma casa na localidade de Paço, na Lourinhã. Foi atraída para a morte, isto porque José, o seu antigo inquilino, disse que queria vender a casa onde morava. Maria foi assassinada pouco depois de entrar na casa que iria angariar“, começou por dizer.

Neste sentido, a jornalista e pivô referiu o que pode ter levado a este homicídio: “Ainda não se sabe perfeitamente os motivos, mas uma discussão do passado poderá ter sido o gatilho. Poderá ter existido também um relacionamento há muitos anos, mas os dois afastaram-se“.

José revelou onde estava o corpo e confessou o crime depois da Polícia Judiciária ter encontrado vestígios de sangue na casa onde residia. Foi detido e levado ao Tribunal de Loures. O juiz não teve dúvidas e o Tribunal validou os indícios de que José era o autor da morte. Está em prisão preventiva, responde por homicídio e profanação de cadáver, arrisca 25 anos de prisão quando for a julgamento“, completou.

Em conversa com o comentador Manuel Rodrigues, Magali Pinto destacou por fim: “Falta aqui é perceber, de facto, os motivos desta morte, que poderão ser motivos fúteis se se confirmar que efetivamente tem a ver aqui com uma discussão por causa de um relacionamento no passado, há vários anos“.

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