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Raríssimas: “vai ter que repor o dinheiro que meteu ao bolso”

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O escândalo revelado pela reportagem da jornalista Ana Leal, da TVI, ainda dá que falar.

As suspeitas de gestão danosa, e de uso indevido de dinheiro, por parte da Presidente da Associação Raríssimas, Paula Brito e Costa, que entretanto já se demitiu, tem sido o caso mais mediático da semana.

Ontem, ao jornal Expresso, a agora ex-presidente da associação, revelou que não pensa abandonar o cargo de mãos a abandonar.

Paula Brito e Costa diz que só sai “se for despedida, pois tal implicará o pagamento da respetiva indemnização e o subsídio de desemprego”, por existir um contrato de trabalho assinado.

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Ontem, à TVI, Manuela Ferreira Leite disse que “o melhor castigo para Paula Brito da Costa deve ser devolver, nem que seja até ao fim da vida, todas as verbas que desviou para fins pessoais.”

No espaço semanal de comentário, Ferreira Leite refere ainda que a fundadora da Raríssimas deve ser responsabilizada e punida, mas “sem que isso coloque em causa a continuação da instituição, e muito menos da generalidade das Instituições Particulares de Solidariedade Social”.

“Na Função Pública, nas instituições que têm dinheiros públicos, e em que há desvios de dinheiros públicos, por um lado a pessoa é demitida, portanto perde o seu lugar. Por outro lado, tem que repor o dinheiro que meteu ao bolso e, portanto, há uma figura da reposição de dinheiros que não são da pessoa.”

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