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Princesa Haya da Jordânia fugiu do marido

A mulher do emir do Dubai desapareceu com os filhos e 35 milhões de euros…

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Princesa Haya / Instagram

A mais conhecida das mulheres de Mohammed bin Rashid Maktoum, desapareceu com os dois filhos e 35 milhões de euros.

O mistério à volta do desaparecimento da princesa da Jordânia, Haya bint al-Hussein, uma das mulheres do emir do Dubai, vice-presidente e primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos, está a dar que falar.

A filha mais velha do rei Hussein não é vista desde o dia 20 de maio e agora especula-se que tenha pedido asilo na Alemanha ou que esteja no Reino Unido, indicando que o casamento com o líder do Dubai chegou ao fim.

Algo que vem contradizer manifestações públicas da princesa.

Haya falava com frequência da cumplicidade que a unia ao marido. “É incrível entender-se com alguém sem a necessidade de falar”, chegou a dizer numa entrevista à revista ‘Vanity Fair’.

Apesar das críticas à forma como as mulheres são tratadas no Dubai, Haya defendia o governo do seu marido, afirmando que existia “uma atmosfera para dar mais poder às mulheres”, disse na mesma entrevista.

A verdade, porém, é que o seu desaparecimento vem acentuar as dúvidas sobre a realidade das mulheres no mundo árabe.

A princesa Haya esteve sempre ligada a causas humanitárias, na luta pela erradicação da fome em programas da ONU. Também é conhecida por surgir em festas da aristocracia ao lado do marido. Um dos seus eventos anuais favoritos era a famosa corrida de cavalos de Royal Ascot, que decorreu na semana passada e ao qual a princesa faltou.

A imprensa internacional afirma que Haya fugiu com os dois filhos, Jalila, de 11 anos, e Zayed, de 7, e um valor em dinheiro estimado em cerca de 35 milhões de euros.

Casado com seis mulheres e com mais de 20 filhos, o emir do Dubai tem uma fortuna avaliada em quatro mil milhões de euros.

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Sou jornalista desde sempre, diria. Comecei na rádio, no tempo em que ‘explodiram’ as rádios locais. Mais tarde, o ‘bichinho’ do jornalismo regressou e eu voltei, desta vez para as revistas. Trabalhei 11 anos na Media Capital, na revista Lux. Gosto de artistas: actores, actrizes, cantores, gente da televisão… E gosto de escrever sobre eles, de conhecer o seu outro lado. Sou jornalista de formação, tenho a Carteira de Jornalista desde 1993 e isto é o que faço e farei. Para o resto da vida. Provavelmente.

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