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Post de Liliana Aguiar eliminado por denúncia: “Apenas apelei às mães para pararem de maltratar as crianças…”

“O Instagram apagou por uma denúncia, acusando-me de instaurar o ódio…”

Publicado

em

Liliana Aguiar/Instagram

No passado domingo, 07 de outubro, Liliana Aguiar mostrou a sua ‘revolta’ face à violência psicológica.

No texto que deixou na sua página de Instagram, a empresária, que está grávida do terceiro filho, começou por escrever:

“Tanta mulher por ai mal resolvida, que teimam em tentar prejudicar quem está feliz. E quando utilizam os filhos como bonecos para prejudicar os progenitores.”

Liliana continuou com o seu discurso, indignada com a violência psicológica pela qual muitas mães fazem passar os filhos:

“Violência psicológica a crianças devia ser punida com prisão perpétua, assim estas mulheres iam parar ao sítio certo”, atirando depois: “Ganhem vergonha suas medíocres,amem os vossos filhos e deixem os pais estarem com eles até porque vocês é que deviam ser proibidas por lei de respirar o ar que eles respiram”.

No final, a empresária terminou com o que, na sua opinião, deveria ser a punição:

“Uma mãe que proíbe um pai de ver e estar com um filho devia ser presa e mal tratada. Os filhos são seres preciosos e nunca devem ser envolvidos nos desentendimentos dos adultos . A justiça em Portugal cada vez está melhor a tratar destes assuntos, mas falta punir estas mulheres. #deusnocomando”.

 

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Bom dia. Adoro o ruído da natureza✌️💪😘#universo #deusnocomando #reflexão #amor

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Ora, parece que a publicação da empresária foi eliminada pela rede social em questão, e Liliana Aguiar fez questão de fazer um novo esclarecimento:

“Boa tarde. Para que saibam a verdade eu não apaguei o meu post. O Instagram apagou por uma denúncia, acusando-me de instaurar o ódio. Para mim não faz qualquer sentido, pois muito pelo contrário, apenas apelei às mães para pararem de mal tratar as crianças quando os pais são dignos de serem pais”, começou por explicar.

“Óbvio que existem algumas, mas raras excepções de pais que fazem o mesmo e para esses não serve este apelo. Queria só alertar que os filhos crescem e tomam as decisões que querem, mas até lá, sejam dignas da bênção que Deus vos deu de criar um amor incondicional dentro de nós,mesmo que estejamos com problemas com o progenitor, as crianças não merecem semelhante tortura”, continuou.

No final do texto, Liliana reforçou a ideia de que todos os pais que maltratam as crianças devem, na sua opinião, ser punidas:

“Violência psicológica é crime e por isso tem de ser condenada. Quem a fizer volto a frisar tem de ser punida, porque ninguém merece passar por essa situação. (…) sou uma mulher com uma vida diferente do comum mas com a minha opinião formada e livre para ser dada. E para terminar o Instagram é meu, só lê e vê quem quer. Mil beijinhos 😘 p.s obrigada pelas sms enviadas sobre este assunto estou com todos/as vocês desde que não castiguem os vossos filhos. Obrigada”, terminou.

 

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Boa tarde . Para que saibam a verdade eu não apaguei o meu post. O Instagram apagou por uma denúncia, acusando me de instaurar o ódio. Para mim não faz qualquer sentido,pois muito pelo contrário, apenas apelei às mães para pararem de mal tratar as crianças quando os pais são dignos de serem pais. Óbvio que existem algumas, mas raras excepções de pais que fazem o mesmo e para esses não serve este apelo. Queria só alertar que os filhos crescem e tomam as decisões que querem, mas até lá, sejam dignas da benção que Deus vos deu de criar um amor incondicional dentro de nós,mesmo que estejamos com problemas com o progenitor, as crianças não merecem semelhante tortura . Violência psicológica é crime e por isso tem de ser condenada. Quem a fizer volto a frisar tem de ser punida, porque ninguém merece passar por essa situação . Bem haja e manifesto me sempre que entender,tenho filhos meus, do meu marido e vamos ter um bebé nosso, sou uma mulher com uma vida diferente do comum mas com a minha opinião formada e livre para ser dada. E para terminar o Instagram é meu, só lê e vê quem quer . Mil beijinhos 😘 p.s obrigada pelas sms enviadas sobre este assunto estou com todos/as vocês desde que não castiguem os vossos filhos . Obrigada #violenciapsicologica#criancas#apelo#mulheres #homens#familia#

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Tenho 21 anos e sou formada em Comunicação. Apaixonada pelos media, acabei o curso e comecei a escrever aqui logo de seguida... Adoro rádio, televisão, música e sobretudo notícias... Todos os dias trago-te os destaques da vida dos famosos...

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Sofia Aparício recorda episódio de assédio sexual: “Agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele…”

A atriz e modelo deu o seu testemunho e deixou uma mensagem importante a todas as mulheres…

Publicado

em

TVI/Site

Na passada sexta-feira, 15 de Fevereiro, Sofia Aparício marcou presença no Jornal das 8, da TVI, para falar sobre assédio sexual.

A atriz foi convidada por José Eduardo Moniz, juntamente com mais duas mulheres, para dar o seu testemunho enquanto vítima.

Depois de admitir terem sido “várias” as situações, a também modelo acrescentou depois:

Eu lembro-me de sentir sempre muita raiva e nojo. Nunca me cheguei a sentir-me humilhada, porque a verdade é que eu acabei sempre por resolver as situações naquela altura”, confessou.

Contando depois com mais pormenor como eram as situações, Sofia afirmou:

“Uma vez, uma pessoa que, hierarquicamente, estaria acima de mim, um diretor do projeto onde eu estava, agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele. E como eu não gostava dele e como nunca lhe tinha dado azo ou abertura a isso…”, exemplificando depois: “Ou seja, não é porque eu estou assim vestida que eu estou a pedi-las…”.

O jornalista interpelou-a depois acerca de muitos homens acharem que a roupa, eventualmente, pode ter como objetivo gerar determinados tipos de apetites:

“Pois, não, não, não. Eu visto-me assim, porque eu tenho muito orgulho em ser mulher e gosto muito de me sentir feminina”, reforçou a atriz.

“E a liberdade dos outros acaba exatamente onde a minha começa. E a minha liberdade começa no meu corpo. E eu não admito que ninguém me toque sem a minha autorização. Mas isto acontecia-me mesmo em criança, no metro, em hora de ponta”, lembrou depois, acrescentando: “O assédio sexual, pelo menos na minha geração. Acho que a sociedade está a evoluir, de maneira que as pessoas têm mais respeito umas pelas outras e eu acho que a minha sobrinha já não passou por isso, felizmente. Mas eu lembro-me que deixei de andar de transportes públicos por causa disso, porque era apalpada, não sei dizer de outra maneira…

Confrontada depois com a pergunta: “Como é que resolvia essas situações?”, Sofia Aparício contou:

“Na realidade nunca pensei queixar-me, porque eu resolvia as situações. Duas vezes, dei um estalo, outra vez dei um empurrão e fechei a porta…”.

“Se eu não dou abertura àquela pessoa, se eu não dou confiança, eu não admito, só porque essa pessoa é meu superior hierárquico. Onde eu trabalho não há bem superiores hierárquicos: há o chefes de produção, há os diretores de projeto, mas, pronto, alguém que me poderia contratar e que várias vezes, pelo menos duas vezes, deixei de ser contratada por causa disso. Fui prejudicada profissionalmente, sim…“, admitiu.

A atriz terminou depois: “(…) Eu via, na altura, que aquilo que aquelas pessoas faziam comigo faziam também com outras pessoas que alinhavam. Eu não sei de histórias de pessoas que tenham alinhado obrigadas”.

Vê o video na íntegra aqui.

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