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Portugal colocou 1.250 ME em dívida

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Portugal colocou hoje 1.250 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro a taxas de juro médias a cair a três meses e a subir a 11 meses em relação aos anteriores leilões comparáveis.

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Lisboa, 18 abr (Lusa) – Portugal colocou hoje 1.250 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro (BT) a taxas de juro médias a cair a três meses e a subir a 11 meses em relação aos anteriores leilões comparáveis, foi anunciado.

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Segundo a página da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) na agência Bloomberg, a 11 meses foram colocados 950 milhões de euros em BT à taxa de juro média de -0,389%, de novo negativa mas superior à registada em 21 de fevereiro de 2018, quando foram colocados 800 milhões de euros à taxa de juro média de -0,393%.

A três meses foram colocados 300 milhões de euros em BT à taxa média de -0,430%, ainda mais negativa do que a verificada também em 21 de fevereiro passado, quando foram colocados também 300 milhões de euros a -0,417%.

A procura atingiu 1.700 milhões de euros para os BT a 11 meses, 1,79 vezes superior ao montante colocado, e 930 milhões de euros para os BT a três meses, 3,10 vezes o montante colocado.

O IGCP tinha anunciado a realização de dois leilões de BT com maturidades em 20 de julho de 2018 (três meses) e 22 de março de 2019 (onze meses), com um montante indicativo global entre 1.000 milhões e 1.250 milhões de euros.

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Esta foi a primeira ida ao mercado para financiamento de curto prazo no segundo trimestre e já estava prevista nas linhas de atuação do segundo trimestre do IGCP.

Até ao final de junho, a agência liderada por Cristina Casalinho prevê mais duas idas ao mercado para emissão de BT, procurando colocar até 1.750 milhões de euros em maio e até 1.250 milhões de euros no mês seguinte.

Para Filipe Silva, diretor da gestão de ativos do Banco Carregosa, “as emissões correram bem e desde as últimas operações não houve mudanças nas condições”.

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“Até as taxas se mantiveram muito próximas das dos leilões anteriores”, considerou, adiantando que “Portugal continua a emitir dívida com taxas muito próximas das mais baixas de sempre, com a procura a manter-se elevada e sem qualquer dificuldade em recolher do mercado os montantes pretendidos”.

MC // JNM

Lusa/Fim

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