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‘Pipoca Mais Doce’ revela ter sofrido bullying na adolescência: “Daquele que me fazia não querer ir às aulas”

Ana Garcia Martins recordou o que sofreu na escola devido à sua forma física…

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‘Pipoca Mais Doce’ revela ter sofrido bullying na adolescência: “Daquele que me fazia não querer ir às aulas”
Pipoca mais Doce/Instagram

São muitos os que não resistiram à nova aplicação que através da IA (Inteligência Artificial) nos transporta para a imagem que supostamente tivemos nos anos noventa, ou teríamos se tivéssemos vivido na época. Ana Garcia Martins, ou Pipoca mais Doce, nome que usa profissionalmente, foi uma das muitas figuras públicas que se rendeu e experimentou.

Apesar de negar que tenha usado algum dos penteados que a aplicação lhe atribuiu, a influenciadora regressou à adolescência e recordou alguns dos piores momentos por que passou, principalmente o bullying de que sofreu:  “Isto sou eu nos anos 90, segundo a Inteligência Artificial. Tirando o cabelo, que acho que nem nos 90 usei penteados tão maus, sinto que a aplicação foi generosa comigo. A minha adolescência foi vivida em plenos anos 90 (tinha 14 anos em 1995) e não foi um mar de rosas.”, começa por revelar, acabando por confessar alguns dos piores momentos que viveu.

“Na escola, gozavam comigo por ser esquelética e foi um tormento que se arrastou. Na altura, eram só “putos parvos”, hoje olho para trás e percebo que era bullying a sério, daquele que me fazia não querer ir às aulas, daquele que me fazia vestir dois pares de calças por ter vergonha de ser tão magra, daquele que me obrigava a usar manga comprida, mesmo que estivessem 40 graus, só para que não me vissem os braços. Lembro-me de ter ido para um campo de férias e de não ter ido ao mar nem à piscina uma única vez, só para não ter de estar de fato de banho em frente aos outros.” , descreveu sobre os piores momentos, mas nem tudo foi assim, difícil.

Ana Garcia Martins revelou também o que de bom lhe deu os anos 90 e ainda assumiu ter sofrido por um “amor impossível” e que gostava de escrever poesia. “De resto, ouvia Smashing Pumpkins, Alanis Morissette, Nirvana, Oasis, Offspring, Green Day, Mamonas Assassinas, Pedro Abrunhosa, Sérgio Godinho, Jorge Palma, vestia calças de ganga alargadas em baixo com remendos, camisas de flanela (…) era apaixonada pelo Diogo C, do 11o (um amor impossível) e um dia fui perguntar-lhe “posso-te conhecer?” (que embaraço). Enchia cadernos com poemas …”, confessou ainda.

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