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Pessoas que roem as unhas têm uma coisa em comum, e não é a ansiedade

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A onicofagia começa durante a infância, ou no início da adolescência, e pelo menos metade dos indivíduos em idade escolar apresenta o distúrbio.

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Roer as unhas, e outros hábitos compulsivos, são geralmente associados a sintomas de ansiedade.

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Se a pessoa que faz isso tem um diagnóstico médico oficial de ansiedade ou não, quando vemos alguém a roer as unhas, ou a trincar as cutículas, apenas assumimos que estão preocupados com alguma coisa. O problema aqui é que esta é uma suposição, e as suposições estão frequentemente erradas.

Mas a ciência tem mostrado que há muito mais por trás do hábito “nervoso” do que simples ansiedade, apesar de isso realmente pode provocar o problema, mas também pode resultar de uma auto-estima baixa.

Os investigadores dizem que este hábito tem um efeito calmante, mas os motivos para as pessoas se viciarem em roer as unhas podem ser diferentes: pode ser aprendido, ou herdado, ou apenas por distração quando se está entediado.

A onicofagia começa durante a infância, ou no início da adolescência, e pelo menos metade dos indivíduos em idade escolar apresenta o distúrbio. Para muitos, trata-se de um vício mais difícil de superar do que o tabagismo.

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Um estudo descobriu que os roedores de unhas, frequentemente partilhavam um traço de personalidade que, provavelmente, não estava à espera: pessoas que roem as unhas são, com frequência, verdadeiros projeccionistas, que gostam da sensação de movimento constante e, quando nada acontece, eles sentem-se frustrados, e começam a roer as unhas.

Divulgado na publicação Journal of Habits Treatment and Experimental Psychiatry, o estudo da Universidade de Montreal, no Canadá, aponta para que o perfeccionismo seja de facto uma causa, e segundo os investigadores, pode ser muito mais preocupante do que aquilo que a maior parte dos indivíduos pensa.

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