Segue-nos

Famosos

O que diz, afinal, a música vencedora do Eurovisão 2018? A letra circula nas redes sociais e as opiniões dividem-se

ão vários os post e partilhas da letra da ,musica a circular nas redes sociais e muitas são as opiniões formadas acerca da mesma, muitas delas, de forma depreciativa.

Publicado

em

Netta Barzilai foi a grande vencedora da 63ª Edição do Festival Eurovisão 2018 com a música “Toy”.

As opiniões nas redes sociais são muitas, e nem todas são as mais elogiosas em relação à música, principalmente no nosso país, talvez pelo “orgulho ferido”.

“Toy” era, desde o inicio, quando se começou a conhecer as músicas que se iriam apresentar na edição deste ano, a mais apontada à vitória.

Nos sites de apostas esteve sempre na linha a frente, apesar de ter tremido após a 1ª semi-final em que a canção do Chipre esteve em destaque.

Escrita por Doron Medalie e Stav Beger, a música pretende apoiar o movimento #MeToo com expressões como “I’m not your toy/You stupid boy” (“Não sou o teu brinquedo/Seu rapaz estúpido”).  Interpretada por Netta em representação do seu país, a cantora quis passar uma mensagem forte, bastante actual e de força para todos os que “já foram colocados para baixo”.

De acordo com Netta, a letra pretende resumir as preocupações de muitas mulheres que lutam contra o assédio sexual.

São vários os post e partilhas da letra da ,musica a circular nas redes sociais e muitas são as opiniões formadas acerca da mesma, muitas delas, de forma depreciativa.

Ana Bola é uma das figuras públicas que se juntou aos críticos com alguma ironia, escrevendo: “Um hino ao feminismo, não haja dúvidas”. A  actriz entretanto eliminou a sua publicação que foi partilhada de um outro utilizador.

Olha para mim, sou uma criatura linda
Não me importo com a tua pregação moderna
Sejam bem-vindos meninos, barulho de mais, vou ensinar-lhes
Pám pám pá hu, turrám pám pá hu

Ei, acho que te esqueceste de como jogar
O meu urso de peluche está a fugir
A Barbie tem algo a dizer
Hey

Ei! O meu rei manda que me deixes em paz
Levo o meu Pikachu para casa
És estúpido, como o teu smartphone

Mulher Maravilha, nunca te esqueças
De que és divina e ele está prestes a arrepender-se
É um rapaz có-có-có-có, có-có-có-có
Có-có-có-có, có-có-có-có
Não sou o teu có-có-có-có, có-có-có-có

Não sou o teu brinquedo (o teu brinquedo, não)
Rapaz estúpido (rapaz estúpido)
Agora vou derrubar-te, fazer-te assistir
A dançar com as minhas bonecas ao ritmo do c…alho
Não sou o teu brinquedo (cululi, cululu)

Nã-nã-nã-não sou boneca
Nã-nã-nã-não sou boneca

(Cululi, cululu) Sinos de casamento a tocar
(Cululi, cululu) Homens do dinheiro bling-bling
Não me importo com o teu dinheiro, rapaz
Pám pám pá hu, turrám pám pá hu

Mulher Maravilha, nunca te esqueças
De que és divina e ele está prestes a arrepender-se
É um rapaz có-có-có-có, có-có-có-có
Có-có-có-có, có-có-có-có
Não sou o teu có-có-có-có, có-có-có-có

Famosos

Rui Maria Pêgo: “Ninguém pode ser convertido em nada. Somos o que somos.”

O filho de Júlia Pinheiro esteve no programa “5 Para a Meia Noite” e respondeu abertamente as todas as questões que lhe foram feitas…

Publicado

em

Mafalda Veiga/Instagram

Esta quinta-feira, 17 de Janeiro, foi para o ar mais um “5 para a meia noite”, na RTP1.

Rui Maria Pêgo foi um dos convidados do programa e esteve na rubrica “Pressão no Ar”, que consiste num conjunto de perguntas ao entrevistado.

Assim, e confrontado com a questão: “Quais as três pessoas em Portugal que gostavas que calassem mesmo a boca?”, o filho de Júlia Pinheiro respondeu de imediato:

“Maria José Vilaça [a psicóloga que defende que a homossexualidade é uma doença] (…) Maria Leal e tenho uma péssima, não vou dizer”, começou por dizer, atirando de seguida o terceiro nome: “Mafalda Veiga”, confessando: “Mas é porque eu não gosto muito da música mas há pessoas que gostam muito”.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

A julgar pelo sorriso, concluímos que o @ruimariapego queria mesmo vir à #pressãonoar! 😀 #5meianoite #rtp

Uma publicação partilhada por 5 Para a Meia-Noite (@5meianoite) a

Mais à frente, e ‘pegando’ na primeira resposta dada pelo animador de rádio, Inês Lopes Gonçalves questiona: “O que é que tu dirias a Maria José Vilaça?”, ao que Rui Maria Pêgo responde:

“Eu diria que… Acho que o grande problema de Maria José Vilaça é não ter experimentado nada que a fizesse realmente feliz. Aliás, há lá um momento em que ela diz, numa entrevista,«podia ter me acontecido a mim, eu estive perto de que me acontecesse». Se calhar podia ir passar umas férias com umas amigas, para animar, não é? ‘Vai Vilaça que é mesmo tua’”.

Num tom mais sério, o filho de Júlia Pinheiro ainda reforçou:

“É gravíssimo que alguém crie um grupo e que venda uma coisa como uma terapia de conversão. Ninguém pode ser convertido em nada. Somos o que somos e não temos se quer que ter dúvidas”.

Vê a entrevista na íntegra aqui:

Continuar a ler

TRENDING