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“Mulher machista” e falta de “empatia”? Cristina Ferreira reage às críticas e acusações

Em direto no ‘Jornal Nacional’, Cristina Ferreira deu resposta à controvérsia que as suas declarações sobre um caso de violação geraram…

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em

Reprodução TVI

Depois de se ter pronunciado nas redes sociais sobre a polémica em torno das suas declarações sobre um caso de violação a uma jovem menor, que foi comentado no programa ‘Dois às 10’, da TVI, Cristina Ferreira marcou presença no ‘Jornal Nacional’ desta terça-feira, 21 de abril, para uma entrevista sobre o tema conduzida por José Alberto Carvalho.

Fruto da repercussão da polémica, a apresentadora e diretora de entretenimento e ficção da TVI foi alvo de várias críticas e acusações, como recordou o jornalista: “Eu vi uma, que é: a Cristina Ferreira é uma mulher machista. Tens resposta para isso?“.

Ao ser questionada, Cristina Ferreira deu resposta: “Certo, eu também ouvi, eu também li. Tenho. Por que é que eu sou machista em querer perceber o comportamento de um violador? Foi só aquilo que eu quis perceber. Mais: se não damos ferramentas, estamos a falar de jovens, uns deles já maiores de idade, outros não, mas estamos a falar de jovens. Eu sou mãe, tenho um filho de 17 anos, eu criei-o para que ele respeite o outro, mas eu não sei se ele o vai fazer toda a vida. Portanto, eu quero saber o que é que passa na cabeça de quatro jovens que, ouvindo um não, não respeitaram aquela rapariga“.

Depois, a apresentadora realçou: “A provar-se isto, porque sabemos que isto está ainda em julgamento. Mais: nós vínhamos de uma afirmação por parte do psicólogo forense que dizia que em tribunal, e isto é que é assustador, é dificílimo uma vítima provar o não. Por um motivo: porque lhe são feitas perguntas muito difíceis“.

A propósito das críticas a Cristina Ferreira, José Alberto Carvalho destacou outra: “Há quem, neste coro de críticas que te foi dirigido, ache que te faltou a empatia do lugar da vítima. Ou seja, sendo tu mulher, se não teria que ter havido ali um outro tipo de cuidado“.

Confrontada em direto, a apresentadora afirmou: “A minha empatia era o quê? Não perguntar sobre o comportamento do violador? Era essa a empatia? E eu sei que, se calhar, outro apresentador não tinha feito esta pergunta, não tinha sequer entrado neste campo. Eu achei necessário, eu achei que precisamos perante jovens, perante o aumento de casos semelhantes“.

Veja o momento aqui a partir dos 6:48 minutos.

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