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Ministro da Saúde pede à Inspeção que esclareça questão da ala pediátrica do S. João

O ministro da Saúde pediu à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde para intervir na questão da ala pediátrica do Hospital de São João.

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Lisboa, 16 abr – O ministro da Saúde pediu à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) para intervir na questão da ala pediátrica do Hospital de São João e esclarecer se a situação das crianças ali seguidas podia ter sido evitada.

“Pedi à IGAS que procurasse aferir se houve algo que pudesse ter sido feito que não tenha sido feito”, afirmou Adalberto Campos Fernandes aos jornalistas, à margem de uma cerimónia para anunciar novos investimento no INEM.

A falta de condições de atendimento e tratamento de crianças com doenças oncológicas foi denunciada por pais de crianças doentes que são atendidas em ambulatório e também na unidade do ‘Joãozinho’, para onde as crianças são encaminhadas quando têm de ser internadas no Centro Hospitalar de São João, concelho do Porto.

A propósito da situação no São João, o governante disse que “não há ninguém que sinta mais incómodo e mais sentido de injustiça do que o ministro da Saúde e o Governo”, recordando que a situação se arrasta há dez anos.

“Vai ser este Governo que vai resolver um problema que se arrasta há 10 anos”, afirmou.

Questionado se as crianças seguidas naquela ala pediátrica, nomeadamente as doentes oncológicas, podiam ser tratadas noutra instituição no Porto, o ministro considerou que é uma situação “que tem contornos que importará esclarecer, mas que importa muito mais resolver”.

Campos Fernando considera que o Ministério da Saúde “não tem o poder de fazer tudo” embora assuma todas as suas responsabilidades políticas.

O ministro garantiu ainda que o Hospital de São João “disporá de todo o apoio para melhorar as condições, ainda que provisórias, de atendimento daquelas crianças”.

O presidente do Hospital de São João, António Oliveira e Silva, admitiu na semana passada que as condições do atendimento pediátrico são “indignas” e “miseráveis”, lamentando que a verba para a construção da nova unidade ainda não tenha sido desbloqueada.

“Há um protocolo assinado, temos um projeto pronto para entrar em execução e não temos o dinheiro libertado que torne possível a execução desse projeto”, afirmou António Oliveira e Silva.

O responsável disse que as obras que não dependem dessa verba têm vindo a ser realizadas, nomeadamente o novo centro ambulatório para a pediatria que fica disponível a partir de 15 de junho.

ARP (PM) // HB

Lusa/fim

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Mundo

Bebé que nasceu com “madeixa” branca faz sucesso nas redes sociais

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Uma menina que nasceu com uma madeixa branca no cabelo está a fazer furor nas redes sociais no Brasil. A mãe da criança, a publicitária Talyta Youssef, de 40 anos, revelou que a Maternidade Sofia Feldman, em Tupi, Belo Horizonte, parou para conhecer a “menina da mechinha”.

Segundo ela, foi até difícil sair do hospital devido à muita curiosidade que despertou

“A primeira selfie dela foi tirada com minutos de vida. No dia em que recebi alta, todo mundo pedia para tirar fotos com ela…”

O estrelato de Maya saiu da maternidade e está a conquistar o mundo depois de um ensaio fotográfico feito por Paula Beltrão, nove dias depois do nascimento, como conta o R7.

A fotógrafa, que ficou encantada com a marca da menina, ofereceu as fotos ao se deparar com “tamanha beleza”.

“Foi muito especial fazer este trabalho. A mecha é um charme e a Maya é extremamente boazinha. Eu pensei em toda cenografia para destacar os fios reluzentes do cabelo dela…”

Além da decoração marcada por tons brancos e prateados, um elemento natural completou as cenas: a mecha dos cabelos da própria mãe da bebé. Assim como a filha, Talyta Youssef tem a mesma marca desde que nasceu.

Trata-se de uma alteração na produção de melanina, conhecida como piebaldismo. A desordem genética é hereditária, e já está na família, de origem síria, há várias gerações. Além das duas, o avó, a mãe dela, uma tia e dois primos têm a mesma condição.

Maya é a primeira filha do casal, e nasceu de uma gravidez não planeada. Talyta e o marido moravam na Áustrália há quatro anos quando souberam da gestação, em fevereiro deste ano. Por questões de saúde, eles voltaram para o Brasil e, novamente, a filha apanhou o casal de surpresa.”

“Eu não esperava toda esta atenção… Estamos achando engraçado…”

 

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