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Miguel Costa, do ‘Alô Portugal’, reage às críticas após polémica: “Não foi no sentido de gozo…”

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Hoje, no programa “Alô Portugal”, José Figueiras cortou o cabelo em direto e o momento mereceu fortes críticas por parte dos espectadores…

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SIC/Site

Esta manhã, em direto no programa “Alô Portugal”, os apresentadores Ana Marques e José Figueiras receberam o barbeiro João Carlos Batista, que marcou presença para falar das dificuldades do setor nesta fase da pandemia da Covid-19 mas também para cortar o cabelo ao apresentador.

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O momento “deu que falar” nas redes sociais e foi muito criticado, uma vez que a ideia foi vista por muitos como uma “falta de respeito” para com todos os outros profissionais da área, que estão impedidos de trabalhar, neste segundo confinamento que Portugal atravessa.

Ora veja.

Assim, e uma vez que faz parte do projeto, como repórter, Miguel Costa decidiu reagir às críticas.

No post do Instagram da SIC onde foi feita a partilha e onde foram deixados os comentários dos espectadores, o também ator começou por lembrar que, no programa, um dia antes do segundo confinamento, o setor esteve em destaque no “Alô Portugal”:

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“No dia anterior ao novo confinamento, fomos a um barbeiro, falamos sobre ser um dos negócios e das actividades mais prejudicadas, aqui, na @sicoficial no Alô Portugal. Fui eu em reportagem, e as dificuldades foram reforçadas em estúdio”, referiu.

Miguel Costa destacou que, como ator, também ele sabe o que é ficar sem trabalho, bem como toda a equipa da SIC, e por isso em momento algum a profissão foi “gozada”:

Nunca na vida nos passaria pela cabeça faltar ao respeito a qualquer pessoa ou actividade. Muito menos agora”.

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O repórter do programa, que tem como anfitriões Ana Marques e José Figueiras, reforçou que, de facto, houve um intuito por detrás do momento:

“Foi no sentido de até dar dicas para que todos possamos fazer em casa nesta fase, sem qualquer desrespeito para com os profissionais do ramo. Só isso. Como dicas de culinária. Ou de nutrição, ou de saúde…”, exemplificou.

No final, Miguel Costa assegurou que, quem acompanha o programa, sabe que este tem tido “uma postura solidária e activa na defesa da dignidade humana” ao longo dos últimos meses de pandemia e terminou então com uma mensagem:

“Nunca foi no sentido de gozo e muito menos de falta de respeito. Antes pelo contrário. (…) Há um pressuposto sempre presente no nosso trabalho: ética, respeito, dignidade, e entrega total. Tentamos muitas vezes provocar boa disposição, mesmo numa fase tão complicada como esta. (…) Tentaremos sempre fazer melhor. E daremos sempre o nosso melhor”, afiançou.

Leia aqui o texto na íntegra:

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