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Maya quebra silêncio após envolvimento do seu nome em escuta de processo: “Não há qualquer incentivo meu…”

O nome de Maya surge no âmbito de um telefonema para o dono do ‘Elefante Branco’…

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Reprodução CMTV

Após ter sido noticiado que o nome de Maya surge numa escuta da investigação do processo ‘Elefante Branco’, a apresentadora marcou presença no ‘Grande Jornal’, da CMTV, desta segunda-feira, 7 de setembro, e quebrou o silêncio.

Em conversa com Mariana Águas, a também diretora de entretenimento do canal do grupo Medialivre pronunciou-se: “Eu fui apanhada de surpresa por esta escuta. Tinha conhecimento do processo, mas não da escuta. De facto só hoje é que tive esse acesso. Não fui ouvida pelo Ministério Público, não recai sobre mim qualquer acusação. Portanto, tudo isto é um telefonema pontual que eu faço a Luís Torres [dono do Elefante Branco], a pedido de uma amiga de facto, para que ouvisse e atendesse o telefone e que falasse com ela, porque um amigo queria ir ao Elefante Branco jantar e ter companhia“.

“Repara que poucas pessoas sabem que eu sou relações-públicas, ou seja, eu tenho três atividades essenciais: sou taróloga, sou apresentadora, porque trabalho em televisão, e tenho uma empresa de comunicação e relações-públicas. E nesse âmbito, em 2019, muito antes desta escuta, quando o Elefante Branco muda de instalações e passa a ser o novo Elefante Branco, é-me pedido que faça um serviço de comunicação da abertura do novo Elefante Branco. Isto é um press release, são fotografias que são enviadas à imprensa. Daí a minha relação pontual com o Elefante Branco. É claro que eu trabalhei na noite, não é segredo para ninguém que fui diretora de relações públicas, fui empresária e, portanto, tenho uma rede de contactos enorme“, acrescentou.

Maya negou prontamente o seu envolvimento na intermediação para um serviço de prostituição: “O que se trata é de um jantar em que a pessoa pode estar acompanhada. Isso é uma coisa que me é alheia. Eu não sou ingénua, obviamente, nem estou aqui a defender o indefensável. O que eu estou a dizer é que nunca na vida pactuaria com uma situação de incentivo à prostituição ou de facilitar prostituição. Não há qualquer incentivo meu ou responsabilidade criminal. Uma coisa é uma companhia, outra coisa é uma prostituição e uma exploração sexual, que ainda é outra coisa muito mais grave e é disso que este processo trata“.

Sobre a “escuta“, Maya reagiu: “É perfeitamente pontual, nem percebo bem o que é que está lá a fazer. Mas se o Ministério Público entendeu que era importante para o processo… Não tem qualquer relevância, com franqueza não tem. Estou à espera de poder ser chamada como testemunha, alguma coisa, e lá estarei com toda a franqueza e toda a frontalidade que me caracteriza. Agora, o que eu quero que fique bem claro é que não há aqui qualquer acusação ou participação minha em qualquer rede, tráfico ou de exploração, coisa que repudio veementemente“.

A apresentadora acrescentou que “percebe-se claramente que não há relação entre mim, o espaço e ele“: “Quem ouvir a escuta toda percebe que eu não sou nem cliente do espaço nem pessoa que fale frequentemente com Luís Torres. Portanto, é uma escuta perfeitamente eu diria irrelevante, o que não é irrelevante é o tema que nos traz aqui e esse com certeza que eu irei testemunhar se for chamada a tal“.

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