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Marcelo aponta “estabilidade política e legislaturas cumpridas” como condições para Portugal avançar

Marcelo Rebelo de Sousa defende que a estabilidade e legislaturas cumpridas, a par de entendimentos de regime mas também alternativas de governação, são condições para Portugal avançar.

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Marcelo aponta “estabilidade política e legislaturas cumpridas” como condições para Portugal avançar

Lisboa, 06 fev (Lusa) — O Presidente da República defendeu hoje que “estabilidade política e legislaturas cumpridas”, a par de entendimentos de regime mas também alternativas de governação, são condições para que Portugal possa cumprir os seus desafios num futuro próximo.

Numa conferência sobre o setor da banca, Marcelo Rebelo de Sousa fez um balanço da situação das finanças públicas desde que o atual Governo do PS entrou em funções e enumerou os desafios mais simples e mais complexos que o país enfrenta num futuro próximo, elencando as condições necessárias para que todos possam ser ultrapassados.

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“Simples e complexos requererão: estabilidade política, legislaturas cumpridas, governos fortes, oposições igualmente fortes para poderem estar presentes nas escolhas decisivas dos portugueses, diálogos e entendimentos nas verdadeiras questões de regime mas alternativas marcadas na governação, credibilidade dos partidos políticos, representação e capacidade de diálogo com os parceiros sociais, respeitabilidade e confiança nas instituições incumbidas das missões de soberania”, apontou.

Para o chefe de Estado, o seu papel será garantir que “a política ajudará a economia, as finanças e a justiça social”.

“Assim fará, convicto de que, a manterem-se os dados mundiais e europeus, Portugal pode dispor de “uma oportunidade única para se afirmar, virando definitivamente a página de crises endémicas, dos adiamentos, dos conjunturalismos, das soluções para o imediato”.

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Entre os desafios mais complexos, o Presidente da República incluiu a garantia de que “fenómenos de contestação inorgânica não destabilizem o ambiente social”.

“Ir mais longe nos incentivos à iniciativa privada, muito timidamente tratados no Orçamento do Estado para 2018, atender áreas públicas cuja disfunção pode arrasar ou questionar o processo em curso, e não dar sinais, mesmo se pontuais, errados ou perturbadores a um processo com evidente juízo favorável externo”, apontou como restantes desafios complexos, sem especificar em concreto a que áreas se referia.

SMA // JPS

Lusa/fim

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