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Familia

Mãe recebe bilhete de vizinha a queixar-se do choro do bebé. O desabafo viralizou nas redes sociais

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O episódio aconteceu num prédio no Jardim Camburi, um bairro localizado na parte continental da cidade de Vitória, o mais populoso de todo o estado do Espírito Santo, no Brasil.

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O bilhete foi deixado a uma mãe com um bebé de apenas 4 meses.

Imaginemos o cenário: um bebé com as típicas cólicas de recém-nascido, não pára de chorar… A mãe está em desespero! Qualquer pessoa que oiça este choro fica de coração apertado… Certo? Errado! Nem todas as pessoas pensam assim.

Vitória, uma farmacêutica de 25 anos, tem um bebe com apenas 4 anos e ficou chocada quando leu um bilhete, deixado por uma vizinha, que dizia:

“Querida vizinha, se você não consegue calar sua filha, arranje quem cale, pois o choro dela está atrapalhando o sono dos meus filhos. Obrigada”

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A jovem mãe resolveu, então, publicar um desabafo no Instagram, e a publicação teve reações imediatas: centenas de comentários e de gostos e inúmeras pessoas indignadas com o bilhete.

“Não imaginava que a publicação do bilhetes tivesse esta repercussão. Escrevi o post porque fui surpreendida pelo bilhete. Senti-me invadida na minha própria casa, achei um absurdo e quis desabafar”, conta a farmacêutica ao Gazeta Online.

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Apesar de Vitória não saber quem é o autor do bilhete, tudo leva a crer que se trata de uma mãe. Primeiro, porque agradece com ‘brigada’ e, depois, porque refere que tem filhos.

“Moro num prédio com seis apartamentos por andar e realmente não sei quem fez isto. Fiquei completamente abismada. Não imaginei que uma pessoa tivesse capacidade de tamanha maldade”, acrescenta a mãe que refere ainda que se trata, provavelmente, de alguém bastante intolerante: “A minha bebé estava realmente a chorar muito. A pessoa podia até estar incomodada, eu percebo isso, mas a abordagem foi maldosa. Podia ter tocado à minha porta, para saber se eu precisava de alguma, podia ter oferecido ajuda. Nem se importou com a criança”, diz.

As alergias da bebé:

Nas diferentes redes sociais onde Vitória divulgou o post, conta que a filha tem uma alergia alimentar grave. Este facto terá levado a uma maior onda de revolta entre os internautas.

“Nossa! Essa pessoa tem filho será?” ou “Que triste , que pessoa sem noção”, são alguns dos comentários que se podem ler.

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“Ela (a recém-nascida) foi diagnosticada com APLV (alergia a proteína do leite de vaca). Desde que isto aconteceu, estamos em restrição de leite, soja, oleaginosas, ovo e trigo – inclusive o leite materno, como estou em aleitamento materno exclusivo, tudo o que eu coma e que tenha algo desse do tipo provoca uma reação alérgica na minha filha”, relatou a farmacêutica.

Se a vizinha soubesse do sucedido, talvez a sua postura fosse diferente, na opinião de Vitória: “Descobrimos esta alergia há um mês e meio.  Tenho feito uma dieta rigorosa, mas vou descobrindo, aos poucos, o que causa esta reação na bebe. É muito difícil. Ela chora bastante, todos os dias. Tem cólicas. E fico com ela sozinha em casa, pois o meu marido trabalha fora. Às vezes, tenho que a deixar a chorar para conseguir tomar banho”.

Vitória confessa, ainda, que apesar do choque, esta não foi a primeira vez que ouviu uma reclamação dos vizinhos: “Foi a primeira vez que recebi um bilhete. Mas não foi a primeira reclamação. Já ouvi comentários maldosos de uma pessoa ou de outra, a dizer: ‘Ah, então esta é a bebe que chora tanto?'”.

Em jeito de conclusão, Vitória diz-se entristecida, no seu post, com o bilhete recebido, terminando o texto com um apelo: “Talvez o meu vizinho não tenha provado o sabor amargo da maternidade, aquele sabor que nos desafia e nos torna uma pessoa melhor, mais amorosa e mais tolerante. Tenhamos mais amor, por favor”.

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