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Luísa Castel-Branco desabafa: “Assusta-me ser um peso para os meus filhos”

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Em ‘Conta-me’, na TVI, Luísa Castel-Branco desabafou desde as dificuldades de ter sido mãe solteira, ao medo da morte e de depender dos filhos…

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Luísa Castel-Branco/Instagram

Este sábado, 27 de março, Luísa Castel-Branco foi uma das convidadas de Manuel Luís Goucha em ‘Conta-me’, na TVI.

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A conversa intimista abordou vários temas, um deles foi o início do percurso da comentadora na televisão, aos 40 anos. Luísa Castel-Branco admitiu que só foi trabalhar para televisão “porque precisava de dinheiro”.

Divorciada do pai dos três filhos – António, Gonçalo e a atriz Inês Castel-Branco – depois de sete anos de casamento, Luísa Castel-Branco conta que não foi fácil ser mãe solteira. Foi difícil a nível financeiro (…) Cheguei a ter quatro trabalhos e eles sabiam sempre onde eu estava, o que é que eu fazia”, explica, referindo que o filho mais velho, António, era quem tomava conta dos irmãos mais novos.

Contudo, a comentadora de ‘Passadeira Vermelha’ diz ainda que, para além das dificuldades, ser mãe solteira também foi “maravilhoso”.  Luísa recorda que a casa estava “sempre cheia de gente” com os amigos dos filhos e que “era a mãe de todos”, chegando até a ser conselheira em algumas situações.

Atualmente Luísa Castel-Branco está numa relação com Francisco Colaço, seu companheiro há 25 anos. Com as restrições para travar a pandemia, sendo a comentadora uma doente de risco, sofre por não passar tanto tempo com os filhos e os nove netos, como gostaria. “É uma sensação horrível que vai deixar mossa neles, que te faz contar os dias e nunca sabes que dia é”, realça.

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Relativamente à recente morte da mãe, a comentadora revela:A minha mãe morre no meio do confinamento em que não deu direito à despedida. E, principalmente, o sofrimento em que ela viveu, e que nós vivemos. Pior do que uma pessoa não reconhecer [outra], são os momentos em que reconhece e quer falar e não consegue”.

A situação vivida com a progenitora fê-la refletir acerca de si própria e em como tem medo de um dia se tornar um “peso” para os filhos. “Assusta-me ficar dependente. Só percebi que isso podia acontecer quando vi a minha mãe (…) Assusta-me ser um peso para os meus filhos”, conta.

Para Luísa, “a morte ficou mais presente com estes longos anos de sofrimento da mãe”. A comentadora, que tem problemas de saúde, revela: ” O Francisco é a única pessoa que sabe quantas vezes tenho estado doente e isso impossibilita-me de fazer uma vida normal. É a única pessoa que pode dizer-me que é preciso muita força para isto”. “Quando morrer, espero que possa ver os meus filhos e netos”, completou.

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