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Luís Borges perde mãe adoptiva

Maria do Céu Semedo não resistiu a doença prolongada

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Luís Borges / Instagram

Luís Borges está de luto pela morte da mãe adoptiva.

Maria do Céu Semedo morreu esta terça-feira, dia 9 de julho, vítima de doença prolongada à qual não resistiu, após 4 meses de luta.

Luís Borges acompanhou de perto o internamento da mãe, visitando-a várias vezes no hospital. Apesar de ter sido abandonado com apenas dois meses, Luís Borges sempre esteve presente para a mãe adotiva.

“A minha progenitora deixou-me num quarto de pensão e foi comprar droga para consumir. Pediu à senhora da pensão para cuidar de mim e não voltou. Foi presa pela polícia e deportada para Cabo Verde. Teve a opção de me levar a mim e ao meu irmão com ela, mas disse que não queria”, contou o modelo numa entrevista à SIC.

Desde esse momento, Luís Borges foi entregue a uma instituição portuguesa, tendo sido, mais tarde, criado pelos tios Maria do Céu Semedo e João Borges, irmão da mãe biológica.

O casal adotou o modelo quando este tinha dois anos e educou-o em Castelo Branco.

Aos 7 anos, Luís Borges descobriu que era adoptado e a reacção não foi a melhor: “A minha infância não foi muito fácil. Soube de uma maneira muito brusca. Portei-me mal na escola e os meus pais adotivos disseram-me que eu era assim porque era adotado, não tinha nada a ver com eles, era do sangue da minha progenitora”, confessou na referida entrevista.

A partir daquele dia a relação com os pais adoptivos nunca mais foi a mesma, revelou. “Tratavam-me de maneira diferente do que aos meus irmãos, mas agradeço imenso terem cuidado de mim”, declarou.

Apesar de tudo, Luís Borges atravessa um momento triste com o desaparecimento da mulher que dele cuidou.

Sou jornalista desde sempre, diria. Comecei na rádio, no tempo em que ‘explodiram’ as rádios locais. Mais tarde, o ‘bichinho’ do jornalismo regressou e eu voltei, desta vez para as revistas. Trabalhei 11 anos na Media Capital, na revista Lux. Gosto de artistas: actores, actrizes, cantores, gente da televisão… E gosto de escrever sobre eles, de conhecer o seu outro lado. Sou jornalista de formação, tenho a Carteira de Jornalista desde 1993 e isto é o que faço e farei. Para o resto da vida. Provavelmente.

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