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Lili Caneças sobre a vencedora do Eurovisão: “As pessoas estão fartas das coisas horrorosas que se passam no mundo”

Lili Caneças começa por dizer que a quem votou o ano passado no Salvador com certeza foram as que votaram este ano na musica vencedora e tentou perceber porquê…

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Lili Caneças / instagram

Lili Caneças foi espectadora no passado sábado, como a grande maioria dos portugueses, da grande final do Festival Eurovisão da Canção, que este ano se realizou em Portugal.

A opinião é unânime, e não só em Portugal: “um dos melhores espectáculos de sempre deste festival”, são algumas das palavras ouvidas na noite de sábado pela grande maioria dos países participantes, aquando das votações.

Bastante aclamado foi também o excelente trabalho das 4 apresentadoras que arrancou rasgados elogios dos vários cantos da Europa.

Lili Caneças também quis deixar a sua opinião, e os seus elogios, e fê-lo com um video que partilhou nas redes sociais.

A socialyte portuguesa começa por elogiar o trabalho da organização e da RTP, referindo que somos e fomos os melhores do mundo: “Queria dar os parabéns à RTP. De facto quando nós queremos fazer um evento bem feito, somos os melhores do mundo e recebemos como ninguém”

Mas Lili quis deixar a sua opinião sobre a vitoria de Israel que tem gerado alguma polémica.

Lili Caneças começa por dizer que a quem votou o ano passado no Salvador com certeza foram as que votaram este ano na musica vencedora: ” A propósito da musica de Israel ter ganho, o que é que eu pensei, foram as mesmas pessoas que votaram o ano passado na musica lindíssima, genial do Salvador que votaram este ano na menina de Israel. Eu tentei perceber porquê…”

Na sua opinião tudo se resume ao cansaço da tristeza e melancolia das pessoas e terem querido premiar o bom humor e a alegria:

“A musica do Salvador, genial, fantástica era triste e romântica. Nos antípodas este ano estava uma canção feliz divertida alegre. Se calhar as pessoas já estão um bocadinho fartas das coisas horrorosas que se passam no mundo”, refere.

Vê o video partilhado pela socialyte nas redes sociais:

Eurovision Festival 2018. O meu comentário … 😎

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Rui Maria Pêgo: “Ninguém pode ser convertido em nada. Somos o que somos.”

O filho de Júlia Pinheiro esteve no programa “5 Para a Meia Noite” e respondeu abertamente as todas as questões que lhe foram feitas…

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Mafalda Veiga/Instagram

Esta quinta-feira, 17 de Janeiro, foi para o ar mais um “5 para a meia noite”, na RTP1.

Rui Maria Pêgo foi um dos convidados do programa e esteve na rubrica “Pressão no Ar”, que consiste num conjunto de perguntas ao entrevistado.

Assim, e confrontado com a questão: “Quais as três pessoas em Portugal que gostavas que calassem mesmo a boca?”, o filho de Júlia Pinheiro respondeu de imediato:

“Maria José Vilaça [a psicóloga que defende que a homossexualidade é uma doença] (…) Maria Leal e tenho uma péssima, não vou dizer”, começou por dizer, atirando de seguida o terceiro nome: “Mafalda Veiga”, confessando: “Mas é porque eu não gosto muito da música mas há pessoas que gostam muito”.

 

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A julgar pelo sorriso, concluímos que o @ruimariapego queria mesmo vir à #pressãonoar! 😀 #5meianoite #rtp

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Mais à frente, e ‘pegando’ na primeira resposta dada pelo animador de rádio, Inês Lopes Gonçalves questiona: “O que é que tu dirias a Maria José Vilaça?”, ao que Rui Maria Pêgo responde:

“Eu diria que… Acho que o grande problema de Maria José Vilaça é não ter experimentado nada que a fizesse realmente feliz. Aliás, há lá um momento em que ela diz, numa entrevista,«podia ter me acontecido a mim, eu estive perto de que me acontecesse». Se calhar podia ir passar umas férias com umas amigas, para animar, não é? ‘Vai Vilaça que é mesmo tua’”.

Num tom mais sério, o filho de Júlia Pinheiro ainda reforçou:

“É gravíssimo que alguém crie um grupo e que venda uma coisa como uma terapia de conversão. Ninguém pode ser convertido em nada. Somos o que somos e não temos se quer que ter dúvidas”.

Vê a entrevista na íntegra aqui:

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