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Júlia Pinheiro presta sentida homenagem a Valentina: “Não me sai da cabeça…”

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Num “grito” de revolta, Júlia Pinheiro questionou: “Onde é que falhámos, enquanto comunidade, sociedade, famílias? Porque falhámos”.

Publicado

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Júlia Pinheiro/Instagram

Esta sexta-feira, 15 de maio, celebra-se o Dia da Família.

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Assim, e em jeito de homenagem, Júlia Pinheiro recorreu à sua página de Instagram para comentar o caso da pequena Valentina, a menina de nove anos que foi alegadamente morta pelo pai, em Peniche.

A apresentadora da SIC confessou que “não tinha intenções” de abordar o caso mas decidiu fazê-lo, uma vez que o mesmo não lhe “sai da cabeça”:

“Não tinha intenções de falar de Valentina. Primeiro, porque nada tenho a acrescentar para além do que já foi dito. A indignação e revolta de todo o país são também minhas. Depois, porque ainda não descobri adjetivos possíveis para abordar a alegada monstruosidade do alegado crime”, começou por escrever na legenda de uma imagem da menina, que partilhou.

De seguida, Júlia Pinheiro considerou que houve uma falha por parte de “todos” e que, inevitavelmente, vai continuar a haver no futuro:

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“Hoje é Dia da Família. E o nome Valentina não me sai da cabeça. Onde é que falhámos, enquanto comunidade, sociedade, famílias? Porque falhámos. Falhámos em todas as partes do processo – na sinalização, no silêncio, na distração, na crueldade”, afirmou.

Júlia Pinheiro lembrou depois um caso que ouviu na rubrica que tem na Rádio Renascença “A Hora da Júlia” e que também é um sinal de “falha” por parte da sociedade:

“Estamos a falhar. E continuamos a falhar quando um homem de 82 anos é o cuidador, único e solitário, de um filho de 54 anos com esquizofrenia e de uma mulher de 84 com Alzheimer (A Hora da Júlia, ontem, ontem, 14 maio). Não tinha intenções de falar de Valentina nem de Arlindo. Mas hoje é Dia da Família”, destacou.

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Não tinha intenções de falar de Valentina. Primeiro, porque nada tenho a acrescentar para além do que já foi dito. A indignação e revolta de todo o país são também minhas. Depois, porque ainda não descobri adjetivos possíveis para abordar a alegada monstruosidade do alegado crime. Mas hoje é Dia da Família. E o nome Valentina não me sai da cabeça. Onde é que falhámos, enquanto comunidade, sociedade, famílias? Porque falhámos. Falhámos em todas as partes do processo – na sinalização, no silêncio, na distração, na crueldade. Estamos a falhar. E continuamos a falhar quando um homem de 82 anos é o cuidador, único e solitário, de um filho de 54 anos com esquizofrenia e de uma mulher de 84 com Alzheimer (A Hora da Júlia, ontem, ontem, 14 maio). Não tinha intenções de falar de Valentina nem de Arlindo. Mas hoje é Dia da Família. #diainternacionaldafamilia

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Adoro rádio, televisão, música e sobretudo notícias... Todos os dias trago-te os destaques da vida dos famosos...

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