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Judite Sousa volta a falar sobre a pandemia: “Estaremos em Julho… O país estará exausto…”

“Se for em finais de Maio, terão de existir umas semanas para estabilizar a curva; ou seja, estaremos em julho”, declarou a jornalista…

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Judite Sousa | Instagram

Judite Sousa está em casa em isolamento social, e tem recorrido às redes sociais para manter o contacto com os seguidores.

Na segunda-feira passada, através da sua conta no Instagram, Judite Sousa partilhou a sua opinião, em jeito de desabafo, sobre a duração das medidas restritivas a que estamos sujeitos.

“Não me quero enganar a mim própria. Esta crise não termina em Maio. Vão ser muitos meses até se encontrar uma vacina #covıd19 #estadodeemergencia”, escreveu a jornalista na legenda da publicação.

Judite Sousa voltou a falar novamente sobre a pandemia num texto que publicou no seu blogue na terça-feira, revelando-se apreensiva em relação a este ano de 2020.

“Sejamos francos. Seria importante que as autoridades sanitárias nos informassem sobre o modelo matemático que está na base das previsões. Até há uma semana, o pico da epidemia era em meados de abril; agora será em finais de maio. Mais uma vez, pergunto: que condições de saúde pública terão que estar reunidas para que seja retirada a quarentena?”, começa por escrever Judite Sousa.

“Se for em finais de Maio, terão de existir umas semanas para estabilizar a curva; ou seja, estaremos em julho. Nesta altura, o país estará exausto e as pessoas desalentadas emocionalmente. Daí até ao final do ano será um passo, sendo que subsiste a dúvida sobre se existirá uma segunda vaga pandémica no Inverno. Não quero ser pessimista, mas ou me engano muito ou o ano de 2020 já passou”, adiantou.

Ontem, a ex-jornalista da TVI voltou ao tema, mas agora com uma mensagem de esperança: “Nesta situação penosa para todos em que nos encontramos, quando dizemos temos de acreditar ou vamos acreditar, há uma fé e uma esperança que estão associadas ao acreditar. Quando se trata de uma incógnita, mais difícil é o ensaio de darmos conteúdo ao verbo. A pergunta que fazemos é: vamos acreditar em quê?”.

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