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Jovem com Síndrome de Down cria negócio de meias que factura mais de 1 milhão por ano

Em pouco mais de um ano venderam mais de 42.000 pares de meias, e tiveram uma receita de US$1,7milhões (1,3 milhões de euros)…

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Durante a maior parte da sua vida, John Cronin completou os seus “looks” com um par de meias “malucas”.

Os seus irmãos mais velhos frequentemente pediam ao pai, Mark Cronin, para controlar o estilo “selvagem” do irmão mais novo. Mas John, simplesmente, ignorou-os.

“Eles não são a polícia da moda”, disse John ao Today. “Eu amo meias coloridas. Elas deixam-me ser eu…”.

O jovem, de Long Island, Estados Unidos, agora com 21 anos, tem síndrome de Down. Quando a graduação do ensino médio chegou, ele começou a considerar o que queria fazer com o seu futuro.

John sabia que queria começar um negócio com o pai, mas não tinha certeza em que tipo de negócio iria apostar. No início, pensou que queria ter uma loja “divertida”, embora não estivesse seguro do que iria vender.

Rapidamente percebeu que poderia transformar o seu amor pelas meias num negócio: “Eu queria fazer algo divertido e criativo”.

Em novembro de 2016, John e Cronin escolheram o nome do negócio, John’s Crazy Socks, e criaram um site e um logótipo.

“Eu encontrei um slogan”, revelou John. “Meias, meias e mais meias”.

Get ready for a spooky Halloween 👻 #johnscrazysocks #johncronin #happiness #halloween #halloweensocks

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Pai e filho lançaram o negócio a 9 de dezembro de 2016, e sentiram-se atordoados pela resposta inicial que tiveram. Rapidamente venderam todas as meias que produziram, e Cronin teve que ir às lojas locais para comprar meias de Natal para manter o armazém abastecido para a primeira temporada de vendas.

John’s Crazy Socks é um armazém de “pick-and-pack”, o que significa que eles distribuem meias feitas por outras empresas.

Em pouco mais de um ano venderam mais de 42.000 pares de meias, e tiveram uma receita de US$1,7milhões (1,3 milhões de euros).

O pai atribui o sucesso à dedicação de John ao negócio. Mas Mark também acredita que a empresa continua bem sucedida porque também se concentra em quatro princípios. A primeira é que a empresa oferece esperança e inspiração.

“Contratamos pessoas com deficiência. (Isso mostra) o que as pessoas com deficiência podem fazer se nós lhes der uma hipótese”, disse Mark.

Confere toda a história neste vídeo com uma reportagem do site NowThis:

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