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Jorge Gabriel recorda o pai: “Este ano comemora o título longe de mim…”

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O Sporting sagrou-se campeão nacional de futebol e Jorge Gabriel recordou o pai e quando invadiu o relvado do estádio do clube…

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Jorge Gabriel/Instagram

O Sporting sagrou-se ontem campeão nacional de futebol, ao fim de 19 anos de jejum desde a última conquista em 2002. O clube de Alvalade precisava apenas de dois pontos e, ao vencer o Boavista por 1-0, garantiu a conquista do campeonato a duas jornadas do fim.

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Nas redes sociais, várias figuras públicas, que são assumidamente sportinguistas, celebraram a conquista. Jorge Gabriel recorreu ao Instagram para recordar um episódio passado com o pai Albano, que faleceu em janeiro desde ano vítima de Covid-19: “Este ano comemora o título longe de mim. No céu, acredito eu. E esta foi das melhores heranças que recebi. Para o senhor Albano este é um clube de valores que tornam o Sporting diferente de todos os outros“, escreveu o apresentador.

Jorge Gabriel revelou quando invadiu o relvado do velho Estádio José Alvalade, quando o Sporting foi campeão na época 1979/1980: “Era o tempo em que os miúdos – eu tinha 12 anos – podiam entrar na bola de borla. Derrotamos o União de Leiria, fomos campeões, e os dois, eu e o meu pai, invadimos o relvado que acabaria por perder um pedaço que levei para casa. Corria o ano de 1980 e era a primeira vez que sentia a turba e ouvia tanto jubilo ao sr. Albano“, relata.

O apresentador conta ainda a experiência de um jogo com o Dínamo Zagreb: “Foi um castigo conseguir entrar. Estava mais espigadote e os porteiros já não iam na cantiga de ter apenas dez anos. No final desse mesmo ano recebemos o Dínamo de Zagreb para a Taça dos Campeões. Fui sozinho. A minha primeira saída noturna autorizada pelo meu pai“, escreve.

Exibição de luxo de António Oliveira, com três golos, que nesse mesmo dia perdeu o progenitor. Entrei para a bancada central por milagre, com 14 anos, agarrado a um desconhecido que garantiu ser meu avô. A loucura foi tanta que perdi o comboio de regresso, e a hora combinada com o meu pai. Chave à porta. O meu pai abriu-a encarando-me e pedindo explicações. Antes que dissesse uma palavra afagou-me o cabelo e disse apenas: ‘Esquece isso. Que grande jogo’“, acrescentou.

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Escrevo sobre tudo e em qualquer circunstância. Movo-me pela vontade de contar histórias e adoro escrever sobre a televisão, os reality shows e os famosos, entre muitas outras coisas...

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