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Jogo da «Baleia Azul» faz mais uma vítima em Portugal

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Uma adolescente, de 15 anos, de Matosinhos, foi internada ontem à noite com cortes no braço, alegadamente feitos ao participar no jogo online “Baleia Azul”…

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Uma adolescente, de 15 anos, de Matosinhos, foi internada ontem à noite com cortes no braço, alegadamente feitos ao participar no jogo online “Baleia Azul”. É a quarta vítima conhecida em Portugal.

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Ontem, ao final da tarde, a mãe levou a filha ao Hospital de S. João no Porto, onde foi verificado que tinha cortes na mão, no braço e no peito.

A jovem não corre perigo de vida, mas ficou internada. Este é o quarto caso conhecido em Portugal de jovens com sinais de auto-mutilação, alegadamente provocados pelo, e já estão a ser investigados pela Polícia Judiciária.

Os casos recentes têm alarmado pais e mães de adolescentes que se envolveram na ‘brincadeira’, que pode levar à morte. Noticiámos aqui o primeiro caso conhecido de vítimas em Portugal, e em Espanha.

A Policia de Segurança Pública diz ter “conhecimento” do fenómeno em Portugal,  e garante que está a “monitorizar” a adesão ao desafio, deixando alguns conselhos aos pais:

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“Tendo em conta as recentes notícias da adesão de crianças e jovens ao denominado ‘desafio da baleia azul’, a PSP informa que tem conhecimento, e que se encontra a monitorizar este fenómeno”, adiantou, ao JN, o departamento de Relações Públicas da PSP.

A PSP aconselha alguns “procedimentos de segurança em ambiente digital”, tais como o reforço da “supervisão e monitorização da atividade dos filhos na internet e redes sociais”.

“Importa ainda que os pais alertem as crianças sobre os riscos de adicionar desconhecidos nas redes sociais, e recomendam que apenas a família, amigos e pessoas da escola, façam parte da sua lista de amizades nas redes sociais”.

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A PSP considera que “não há necessidade de proibir o acesso” aos meios digitais, e que “o mais importante é incentivar o diálogo e o debate no seio da família, sobre os assuntos relacionados com a segurança, perigos e privacidade na internet”.

A polícia salienta ainda que, caso os pais suspeitem que “os filhos estejam a ser alvo de violência psicológica ou intimidação, devem dirigir-se à esquadra mais próxima, e efetuar uma denúncia relatando todos os factos”.

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