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Joana Latino e Luísa Castel-Branco: discussão em directo gera polémica

“Não pode ter filhos, não tenha … compre cãezinhos”, atirou sobre o casal, e mais tarde atirou-se a Joana Latino “resolve lá o teu problema na psiquiatra, de não ter filhos, ninguém tem culpa disso”.

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Aconteceu em directo no programa “Passadeira Vermelha”, no canal SIC CARAS, com as duas comentadoras Joana Latino e Luisa Castel-Branco.

Conduzido por Liliana Campos, e que se fazia acompanhar, neste programa por Maria Botelho, Joana Latino e Luisa Castel-Branco,  as 4 comentavam o nascimento do terceiro filho de Kim Kardashian e o rapper Kanye West que recorreram a uma barriga de aluguer devido aos problemas de saúde de Kim que não lhe permitem ter mais filhos.

A abordagem ao tema subiu de tom quando Luísa Castel-Branco partilhou a sua opinião sobre as “barrigas de aluguer” mostrando-se completamente contra.

Luísa,usou palavras duras na forma como se expressou e não deixou indiferente as colegas presentes que aos poucos tentavam expor as razões do casal, mas sem sucesso: “Mas oh Luísa o eles pagaram a outra pessoa não é grave, porque a Kim não pode ter mais filhos”, começa por dizer Liliana ao que Luísa reponde “E não tem filhos, não pode ter adoptasse.. ou compre cãezinhos, também resulta”.

A escritora continua argumentando que a humanidade não pode depender de casos destes e deu o exemplo, para si grave, da primeira barriga de aluguer em Portugal que irá ser a avó da criança.

Joana Latino entra na discussão e argumenta que “mãe é quem cria” e Liliana termina com ” parir é dor criar é amor” e é  aqui que a  discussão sobe de tom pois Luísa vendo-se confrontada com as opiniões divergentes da sua, atira: “Quando qualquer uma de vocês tiver um filho venha falar comigo, tá bém”.

Joana não perdoa e dispara “Luísa, isso não é argumento… não há mulheres de segunda e primeira, porque as de primeira tiveram filhos e as de segunda nunca tiveram, não admito esse tipo de conversa…” .

Luisa insiste e Joana também, as duas discutem de forma agressiva esquecendo-se completamente que estão em directo.

Luísa ataca ainda Joana Latino dizendo-lhe para ir tarar do seu problema psiquiátrico de não poder ter filhos para que depois possam conversar, “primeiro que tudo resolve lá o teu problema na psiquiatra ou  na psicanálise, de não ter filhos, ninguém tem culpa disso”, ao que Joana se mostrou muito desrespeitada e ofendida.

A página de facebook de do programa foi inundada com comentários em defesa de Joana, devido ás palavras que a escritora usou para expressar a sua opinião, a grande maioria acusa Luísa de ter passado dos limites com Joana Latino e com o que lhe disse.

Já o da jornalista encheu-se de mensagens de apoio pela palavras de Luísa a Joana.

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Sofia Aparício recorda episódio de assédio sexual: “Agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele…”

A atriz e modelo deu o seu testemunho e deixou uma mensagem importante a todas as mulheres…

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TVI/Site

Na passada sexta-feira, 15 de Fevereiro, Sofia Aparício marcou presença no Jornal das 8, da TVI, para falar sobre assédio sexual.

A atriz foi convidada por José Eduardo Moniz, juntamente com mais duas mulheres, para dar o seu testemunho enquanto vítima.

Depois de admitir terem sido “várias” as situações, a também modelo acrescentou depois:

Eu lembro-me de sentir sempre muita raiva e nojo. Nunca me cheguei a sentir-me humilhada, porque a verdade é que eu acabei sempre por resolver as situações naquela altura”, confessou.

Contando depois com mais pormenor como eram as situações, Sofia afirmou:

“Uma vez, uma pessoa que, hierarquicamente, estaria acima de mim, um diretor do projeto onde eu estava, agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele. E como eu não gostava dele e como nunca lhe tinha dado azo ou abertura a isso…”, exemplificando depois: “Ou seja, não é porque eu estou assim vestida que eu estou a pedi-las…”.

O jornalista interpelou-a depois acerca de muitos homens acharem que a roupa, eventualmente, pode ter como objetivo gerar determinados tipos de apetites:

“Pois, não, não, não. Eu visto-me assim, porque eu tenho muito orgulho em ser mulher e gosto muito de me sentir feminina”, reforçou a atriz.

“E a liberdade dos outros acaba exatamente onde a minha começa. E a minha liberdade começa no meu corpo. E eu não admito que ninguém me toque sem a minha autorização. Mas isto acontecia-me mesmo em criança, no metro, em hora de ponta”, lembrou depois, acrescentando: “O assédio sexual, pelo menos na minha geração. Acho que a sociedade está a evoluir, de maneira que as pessoas têm mais respeito umas pelas outras e eu acho que a minha sobrinha já não passou por isso, felizmente. Mas eu lembro-me que deixei de andar de transportes públicos por causa disso, porque era apalpada, não sei dizer de outra maneira…

Confrontada depois com a pergunta: “Como é que resolvia essas situações?”, Sofia Aparício contou:

“Na realidade nunca pensei queixar-me, porque eu resolvia as situações. Duas vezes, dei um estalo, outra vez dei um empurrão e fechei a porta…”.

“Se eu não dou abertura àquela pessoa, se eu não dou confiança, eu não admito, só porque essa pessoa é meu superior hierárquico. Onde eu trabalho não há bem superiores hierárquicos: há o chefes de produção, há os diretores de projeto, mas, pronto, alguém que me poderia contratar e que várias vezes, pelo menos duas vezes, deixei de ser contratada por causa disso. Fui prejudicada profissionalmente, sim…“, admitiu.

A atriz terminou depois: “(…) Eu via, na altura, que aquilo que aquelas pessoas faziam comigo faziam também com outras pessoas que alinhavam. Eu não sei de histórias de pessoas que tenham alinhado obrigadas”.

Vê o video na íntegra aqui.

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