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Música

IURD diz não ter nada a ver com a música de Diogo Piçarra

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A organização sublinha ainda que não “detém qualquer direito sobre esta música, nem o intérprete ali referenciado tem qualquer relação com a IURD”…

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A Igreja Universal do Reino de Deus emitiu hoje um comunicado onde se distancia da polémica em torno da música que Diogo Piçarra apresentou no Festival da Canção da RTP, revelando que “não detém direitos sobre a música”, que tem sido comparada a “Canção do fim”, de Diogo Piçarra, e rejeitou ainda que o intérprete original tenha ligação àquela entidade:

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“Face às recentes notícias que referem que a música composta e interpretada pelo cantor Diogo Piçarra na semifinal do festival da canção é um plágio de uma música da IURD [Igreja Universal do Reino de Deus] e de um pastor desta Igreja, vem a IURD esclarecer que tal não corresponde à verdade”, pode ler-se numa nota enviada à Agência Lusa.

A organização sublinha ainda que não “detém qualquer direito sobre esta música, nem o intérprete ali referenciado tem qualquer relação com a IURD”.

O cantor Diogo Piçarra anunciou, ontem à noite, que abandonava a sua participação no Festival da Canção, após acusações de plágio, que desmentiu categoricamente:

“A toda esta família, informo que decidi terminar a minha participação no Festival da Canção.”

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Foi com esta frase que Diogo Piçarra decidiu colocar um ponto final na sua participação no Festival da Canção da RTP, onde tinha sido o preferido do público e do júri na segunda meia-final da competição.

Depois da polémica sobre a música que levou ao concurso, “Canção do Fim”, e pela qual foi acusado do plágio, o cantor e compositor decide abandonar o concurso.

Diogo Piçarra, na mensagem que escreveu nas redes sociais, a anunciar a desistência, deixou palavras de agradecimento aos fãs:

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“Não existem palavras para agradecer todo o apoio e carinho que tenho recebido nas últimas 24 horas de colegas de profissão, amigos, família e fãs.”

E em relação à polémica sobre o alegado plágio, escreveu: “A minha posição mantém-se em relação à minha música, a consciência tranquila e cabeça erguida. Mas não pretendo alimentar mais esta nuvem. Tudo isto que se criou em torno da minha participação, já não é Música.”

A toda esta família, informo que decidi terminar a minha participação no Festival da Canção. Não existem palavras para agradecer todo o apoio e carinho que tenho recebido nas últimas 24 horas de colegas de profissão, amigos, família e fãs. A minha posição mantém-se em relação à minha música, a consciência tranquila e cabeça erguida. Mas não pretendo alimentar mais esta nuvem. Tudo isto que se criou em torno da minha participação, já não é Música. Não quero deixar de dizer o orgulho que poderia ser representar o meu país num concurso como a Eurovisão, mas já não faz sentido nenhum sequer tentar ganhar essa oportunidade. A minha carreira e vida não dependem disto, só depende de vocês e nesse sentido sei que estarei PARA SEMPRE bem acompanhado. A todos os concorrentes espero que saia do Festival da Canção o próximo vencedor da Eurovisão 2018, e estarei aqui, como todos os portugueses, a aplaudir de pé. Obrigado por tudo. ❤

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Segundo o músico, a ideia da canção surgira-lhe em 2016, a par de outras que acabaram incluídas no mais recente álbum, “do=s”.

“Desconhecia por completo o tema [da Igreja Universal] e continuarei a defender a minha música, por acreditar que foi criada sem segundas intenções”, explicou Piçarra, dizendo estar de “consciência tranquila”.

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“Mantive-a guardada por achar algo especial, no entanto, a sua simplicidade e a sua progressão de acordes não é algo que não tenha sido inventado, tal como tudo na música. E é engraçado como a vida tem destas coisas, coincidência divina ou não, e perceber que a Internet é o verdadeiro juiz dos tempos modernos. Aclama mas também destrói”, afirmava, no comunicado de segunda-feira.

A RTP, que organiza o concurso, divulgou um comunicado onde afirma compreender e respeitar a decisão do compositor e intérprete de “Canção do fim, de se afastar desta edição do festival.

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