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Irmãs Aveiro revoltadas: “Isto é o mundo que se vive… do filha da p*** do dinheiro”

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Katia Aveiro / Instagram

Luca Modric foi o grande vencedor este ano da Bola de Ouro, título entregue pela revista France Football.

O melhor do mundo já não é nem Cristiano Ronaldo nem Lionel Messi. Há dez anos que a “bola rolava” entre os dois, e este ano era muita a expectativa em torno do grande vencedor.

Cristiano Ronaldo era dado como um potencial vencedor devido aos seus resultados no último ano, mas foi Modric quem levou o troféu.

A confusão instalou-se de imediato nas redes sociais, com muitas criticas à organização. Os fãs do craque português rapidamente inundaram as redes sociais com palavras de revolta e apoio e, claro, a família do jogador também mostrou o seu desagrado.

Elma Aveiro foi dura nas palavras. A irmã mais velha do clã não se conteve e “explodiu” com um texto agressivo onde condena duramente o segundo lugar :

“Infelizmente isto é o Mundo que se vive, da podridão, máfia e do filha da p*** do dinheiro, mas eu e muita gente irá ver muita coisa, justiça e o poder de Deus é muito maior que essa podridão toda. Deus tarda mas não falha”

Já Kátia Aveiro, apesar de muito mais contida nas palavras, também fez questão de deixar o seu descontentamento pelo segundo lugar do craque:

“Melhor jogador do mundo… para quem entende de futebol, claro”

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Sofia Aparício recorda episódio de assédio sexual: “Agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele…”

A atriz e modelo deu o seu testemunho e deixou uma mensagem importante a todas as mulheres…

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TVI/Site

Na passada sexta-feira, 15 de Fevereiro, Sofia Aparício marcou presença no Jornal das 8, da TVI, para falar sobre assédio sexual.

A atriz foi convidada por José Eduardo Moniz, juntamente com mais duas mulheres, para dar o seu testemunho enquanto vítima.

Depois de admitir terem sido “várias” as situações, a também modelo acrescentou depois:

Eu lembro-me de sentir sempre muita raiva e nojo. Nunca me cheguei a sentir-me humilhada, porque a verdade é que eu acabei sempre por resolver as situações naquela altura”, confessou.

Contando depois com mais pormenor como eram as situações, Sofia afirmou:

“Uma vez, uma pessoa que, hierarquicamente, estaria acima de mim, um diretor do projeto onde eu estava, agarrou-me pela cintura e puxou-me para ele. E como eu não gostava dele e como nunca lhe tinha dado azo ou abertura a isso…”, exemplificando depois: “Ou seja, não é porque eu estou assim vestida que eu estou a pedi-las…”.

O jornalista interpelou-a depois acerca de muitos homens acharem que a roupa, eventualmente, pode ter como objetivo gerar determinados tipos de apetites:

“Pois, não, não, não. Eu visto-me assim, porque eu tenho muito orgulho em ser mulher e gosto muito de me sentir feminina”, reforçou a atriz.

“E a liberdade dos outros acaba exatamente onde a minha começa. E a minha liberdade começa no meu corpo. E eu não admito que ninguém me toque sem a minha autorização. Mas isto acontecia-me mesmo em criança, no metro, em hora de ponta”, lembrou depois, acrescentando: “O assédio sexual, pelo menos na minha geração. Acho que a sociedade está a evoluir, de maneira que as pessoas têm mais respeito umas pelas outras e eu acho que a minha sobrinha já não passou por isso, felizmente. Mas eu lembro-me que deixei de andar de transportes públicos por causa disso, porque era apalpada, não sei dizer de outra maneira…

Confrontada depois com a pergunta: “Como é que resolvia essas situações?”, Sofia Aparício contou:

“Na realidade nunca pensei queixar-me, porque eu resolvia as situações. Duas vezes, dei um estalo, outra vez dei um empurrão e fechei a porta…”.

“Se eu não dou abertura àquela pessoa, se eu não dou confiança, eu não admito, só porque essa pessoa é meu superior hierárquico. Onde eu trabalho não há bem superiores hierárquicos: há o chefes de produção, há os diretores de projeto, mas, pronto, alguém que me poderia contratar e que várias vezes, pelo menos duas vezes, deixei de ser contratada por causa disso. Fui prejudicada profissionalmente, sim…“, admitiu.

A atriz terminou depois: “(…) Eu via, na altura, que aquilo que aquelas pessoas faziam comigo faziam também com outras pessoas que alinhavam. Eu não sei de histórias de pessoas que tenham alinhado obrigadas”.

Vê o video na íntegra aqui.

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