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Gémeos ficaram abraçados no útero, e sobreviveram a gestação de risco

Só tinham 50% de hipóteses de sobreviver…

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Os irmãos Rowan e Blake foram gerados no mesmo saco amniótico, e corriam o risco de se estrangularem antes de nascer.

A mãe, Hayley Lampshire, de 27 anos, é professora infantil e teve duas surpresas ao ficar grávida. A primeira: estava à espera de gémeos. A segunda: a gestação era de gémeos monocoriónicos e monoamnióticos, uma condição rara, e na qual há um grande risco de um ou ambos os bebés morrerem devido ao entrelaçamento dos cordões umbilicais.

Segundo conta o jornal britânico The Mirror, os médios referem que em alguns momentos parecia até que os bebés se estavam a abraçar.

Gêmeos monocoriónicos e monoamnióticos, são gémeos idênticos, e que partilham a mesma placenta, e a mesma membrana ou saco amniótico. Esta condição corresponde a 1% das gestações gemelares, e a taxa de mortalidade chega a 50%, sendo a principal o entrelaçamento dos cordões,  devido à interrupção de oxigénio e alimentação dos bebés.

Hayley, e o marido Charlie, casaram-se em 2015 e souberam da gravidez alguns meses depois da cerimónia.

“Quando fizemos o exame de rotina às 12 semanas de gestação, descobrirmos que eram gémeos e ficámos completamente em choque, porque não sabíamos como iríamos cuidar de dois bebés.”

Na mesma ocasião soubemos que iríamos ter uma gravidez de risco, e uma semana depois fomos a um especialista que confirmou isso mesmo.

À medida que a gravidez avançou, o risco e a preocupação aumentaram, mas os bebés permaneciam quietos e, garantiu a mãe, algumas das imagens das ecografias mostram os bebés abraçados, e até de mãos dadas.

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