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Frederica Lima emite “direito de resposta” sobre (nova) queixa contra Nuno Homem de Sá

Frederica Lima confirmou que foi a autora da queixa e esclareceu vários aspetos…

Publicado

em

Reprodução/Redes sociais

Depois do arquivamento pelo Ministério Público dos inquéritos em que Nuno Homem de Sá “era acusado de abuso sexual de menores e pornografia infantil”, Frederica Lima recorreu à rede social Instagram esta segunda-feira, 10 de novembro, para emitir um “direito de resposta” em que clarificou que foi a autora da queixa.

Na nota emitida, Frederica começou por esclarecer: “A queixa não foi anónima. Foi perfeitamente identificada com todos os dados da denunciante, nomeadamente: nome completo, CC, NIF, morada, telefone e email, de forma a poder ser contactada para prestar declarações, tal como aconteceu“.

No momento em que prestei declarações na PJ, limitei-me a relatar detalhadamente aquilo que tive a infelicidade, o desprazer e o nojo de ver acontecer. Denunciei à PJ através do seu site, denunciei à polícia local através do meu email pessoal, fiz referência a essas práticas no meu Processo de Violência Doméstica, está lá, denunciado por mim, em meu nome, através do meu email pessoal, e denunciei também à mãe da menor através de telefonema e de mensagens trocadas com a mesma, pelo meu número de telefone pessoal. Nada foi escondido, nada foi omitido“, acrescentou.

A ex-namorada do ator, que também o acusou de violência doméstica, também colocou os pontos nos is: “Não fui eu que tipifiquei os crimes. Fiz denúncia por escrito a relatar tudo, fui chamada presencialmente a relatar novamente e detalhadamente, como fiz, e foi a PJ que fez a tipificação dos crimes, entre eles, o de “abuso sexual de menores”. Perante esta informação e consciente de que a filha menor, pela sua evidente inconsciência e imaturidade para a percepção real daqueles comportamentos a que a mesma tem sido sujeita, sabia perfeitamente que a mesma jamais iria confirmar os factos ou até tomar consciência da gravidade dos mesmos, mas ainda assim decidi prosseguir, pois a verdade é a verdade e sabíamos que aqueles factos constituíam a prática de crimes e têm de ser denunciados“.

Por fim, Frederica fez saber: “Estou de consciência limpa, leve e tranquila por ter feito o que tinha de ser feito. É lamentável e é falso que eu tenha feito uma “denúncia de forma anónima” e que “o MP terá descoberto que foi Frederica Lima a fazer a queixa”. O MP não “descobriu” nada, estava lá escrito o meu nome completo em todo o lado, bem como todos os meus dados e assinado por mim. Uma coisa é noticiarem o arquivamento de uma das queixas, outra é toda a informação falsa e caluniosa que dão como certa, ou por má índole, ou por incompetência e total irresponsabilidade de não terem investigado devidamente, pois em momento algum eu fui contactada para qualquer esclarecimento ou contraditório“.

Veja em baixo:

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