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Famosos reagem à morte de Fernanda Lapa: “Mais uma enormíssima perda…”

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João Baião, Rita Ferro Rodrigues e Fernanda Serrano foram algumas das figuras públicas a pronunciar-se. Ora veja!

Publicado

em

Fernanda Serrano/Instagram

Fernanda Lapa morreu esta quinta-feira, 6 de agosto, aos 77 anos, em Cascais, onde estava hospitalizada.

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A notícia foi dada em comunicado pela Escola de Mulheres- Oficina de Teatro:

“É com profundo pesar e imensa tristeza que a Escola de Mulheres comunica a morte de Fernanda Lapa, directora artística desta companhia desde a sua fundação, em 1995”, lê-se.

Após a notícia, muitas foram as figuras públicas a pronunciar-se e a expressar o seu pesar.

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Uma delas foi Fernanda Serrano, que partilhou uma foto da atriz e escreveu: “Notícias tristes! Mais uma enormíssima perda… RIP Fernanda Lapa #tvi🖤”.

“Um aplauso para a grande Fernanda Lapa!👏❤️💔”, escreveu João Baião na sua conta de Instagram, em jeito de homenagem, seguindo-se também de Alexandra Lencastre, que considerou: “Querida, Maravilhosa, Talentosa, Generosa Fernanda .. fazes tanta falta .. agora dorme 🙏”.

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Também Rita Ferro Rodrigues quis deixar as suas palavras, alongando-se um pouco mais no seu discurso.

Na sua conta de Instagram, a apresentadora partilhou uma foto de Fernanda Lapa e referiu: “Morreu uma grande actriz e encenadora – uma mulher extraordinária. A directora artística da “ Escola de Mulheres” será sempre uma referência para mim. Uma vénia e aplausos para a grande Fernanda Lapa, um abraço sentido a todos os familiares e amigos”.

Ora veja:

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Morreu uma grande actriz e encenadora – uma mulher extraordinária. A directora artística da “ Escola de Mulheres” será sempre uma referência para mim. Uma vénia e aplausos para a grande Fernanda Lapa, um abraço sentido a todos os familiares e amigos. ✨ “Por manifesta vontade de Fernanda Lapa, e das restantes companheiras de Teatro, a Escola de Mulheres nasce com o intuito de romper com o estado de coisas a que estavam remetidas as mulheres no teatro português. Quase nunca nenhum texto de autoria feminina era representado, havia pouquíssimas encenadoras e estas ficavam na maior parte dos casos sempre à espera de serem convidadas pelos Directores das Companhias. A maioria das peças representadas davam da mulher imagens estereotipadas ou idealizadas e os elencos eram maioritariamente masculinos. As actrizes esperavam ser convidadas e nunca tinham hipótese de escolher os textos que gostariam de representar. Na maior parte das Companhias as mulheres tinham funções de secretariado, eram bilheteiras, costureiras ou empregadas de limpeza. Havia muito poucas mulheres em funções técnicas, tais como na Luminotécnica, na Sonoplastia, construção de Cenários, etc., profissões tradicionalmente masculinas. A Escola de Mulheres – Oficina de Teatro nasce como companhia que privilegia, desde a sua criação, o trabalho feminino e que procura dar uma imagem da mulher consentânea com a realidade.” @escolademulheres1995

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