Segue-nos
PUBLICIDADE

Big Brother

Família de Carina perseguida por desastre fatal: “Aquela senhora desgraçou-nos a vida toda…”

PUBLICIDADE

Um acidente fatal na EN108 em Gondomar fez com que a mãe da vítima apresentasse queixa contra várias ilegalidades, onde se inclui a rulote da família de Carina…

Publicado

em

Por

Reprodução/Redes sociais

Fora da casa do ‘Big Brother – A Revolução’, Carina é empregada de mesa na rulote Zé Manel, que pertence à família de Rui, o seu namorado.

PUBLICIDADE

Localizada em Gondomar, a rulote esteve envolvida em polémicas no ano de 2018, quando um acidente mortal na Estrada Nacional 108, onde se localizava a rulote, fez com que a mãe da vítima, de seu nome Ana Soares, abrisse um processo na câmara contra as várias ilegalidades que apontou, entre as quais se incluía a rulote da concorrente do Big Brother.

O caso remonta ao dia 5 de outubro de 2018, quando um jovem de 23 anos morreu numa colisão entre a mota em que seguia e um carro nessa estrada. Fruto da fatalidade, Ana Soares prometeu fazer justiça por todos os meios e apresentou queixa, abrindo uma investigação.

Um ano depois, em 2019, a Câmara de Gondomar demoliu um muro existente, assim como a rulote, por também estar ilegal. Em declarações à revista ‘TV Guia’, Rui apresenta a sua versão dos factos e acusa a senhora de perseguição à família durante dois anos consecutivos, desde a altura da tragédia:

A dona Ana Soares começou com represálias e achou que a culpa era nossa. Tínhamos a rulote Zé Manel há 30 anos na EN108 e naquele terreno privado há dez e acabámos por ter de sair dali por causa deste caso“, começa por dizer.

PUBLICIDADE

Sobre a alegada ilegalidade da rulote, esclarece: “Não tínhamos licença camarária, porque a Câmara não passa licenças às rulotes, mas dá apenas uma autorização e cobra-nos uma taxa. O terreno onde estávamos era arrendado e tivemos de sair dali quando a câmara deixou o muro abaixo“.

Devido à fatalidade do acontecimento, Ana Soares passou a perseguir a família, com o intuito de prejudicar o negócio: “Nunca fomos acusados pela senhora, mas estava sistematicamente a fazer queixa na GNR, que nos pressionava. A senhora chamou a GNR várias vezes, tirou-nos fotografias, bloqueou com o carro dela uma das entradas no terreno. Conseguiu que nos desligassem a eletricidade e tive um prejuízo com máquinas de ventilação, que ficaram estragadas, e carne que tinha nas arcas e que teve de ser deitada para o lixo. Aquela senhora desgraçou-nos a vida toda. Trabalhávamos ali há mais de 27 anos e, quando saímos dali, em 2019, perdemos imensos clientes. Foi um ano muito difícil“, conta.

Rui explica ainda que a sua família não tem culpa do que aconteceu e reforça que pensa em fazer queixa: “Não temos culpa do que se passou. Já pensei em fazer queixa dessa senhora, por perseguição, pois continua a incomodar-nos no local onde estamos agora, com queixas na GNR e continua a tirar-nos fotografias“, sublinha.

COMENTÁRIOS

TRENDING