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Esta mulher salvou um pássaro, e ele retribuiu-lhe quando ela mais precisava…

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Dina Theissen encontrou um pequeno pássaro, a que chama de Gracie, com apenas alguns dias, numa árvore junto à porta da sua casa. Ele estava tão magro que ela não conseguiu, sequer, perceber que tipo de pássaro se tratava.

Depois de se aconselhar junto de especialistas em resgates, Dina tentou perceber se a mãe de Gracie viria em seu auxílio, antes de o levar para casa para cuidar dele. Mas nunca veio…

Sabendo que, provavelmente Gracie não conseguiria sobreviver sozinho, Dina e a sua família acolheram-no em casa.

A família decidiu, então, acolhê-lo no pátio de casa, enquanto Gracie recuperava e enquanto se habituava aos ruidos e ao sons que o rodeavam, antes de o poderem soltar.

À medida que Gracie ficava cada vez mais forte, assim também fortalecia a relação deste pequeno pássaro com a família que o acolhera. Dina, o seu marido e a sua filha passaram horas a ensinar a Gracie como a ser um pássaro de uma forma gradual.

“Eu e o Gracie criámos um laço único, pelas horas que passámos juntos. Soltei-o e ensinei-o a voar, em direção aos insetos, para que se pudesse defender… A evolução dele foi maravilhosa, senti-me quase se fosse sua mãe”, explica Dina Theissen ao site The Dodo.

Passadas quatro semanas, a família quis libertá-lo, mas Gracie não quis sair.

“Ele levantou voo em direção a um banco de madeira, mas voltou para mim, não queria ir embora”, refere Dina. No final de duas semanas, ele, finalmente, voou, começou a voar sobre uma árvore e, devagarinho, foi explorando o mundo en seu redor, até que deixámos de o ver… Foi difícil, para nós, mas sabíamos que era o melhor para ele. Aliás, esse era, desde logo, o nosso objetivo”, explica.

Cinco semanas depois, Gracie já estava completamente adaptado à vida selvagem, mas regressou para fazer uma visita à família que o tinha acolhido. Durante duas semanas, Gracie ia todos os dias visitar a família e brincar com todos eles…

Afinal, era a família que o tinha salvo e com quem tinha aprendido a ser um pássaro. Muitas vezes, Gracie ainda brinca com alguns brinquedos de quando era mais novo, como alguns brinquedos de plástico. Outras vezes, gosta apenas de estar junto da família. No início, as visitas de Gracie duravam apenas alguns minutos, mas nos últimos tempos começaram a demorar mais tempo, tornando-se, na verdade, mais significativas.

Dina Theissen foi diagnosticada com cancro de ovarios e Gracie decidiu que as suas visitas deviam durar mais tempo, passando períodos mais longos junto de Dina, fazendo-lhe companhia na altura em que ela mais precisava.

No dia em que Dina foi sujeita à sua primeira intervenção cirúrgica, ao voltar a casa, Gracie voou em direção à sua cadeira, fazendo com que Dina acreditasse que tudo iria ficar bem e dando força e esperança a toda a família!

“Posso, honestamente, dizer que sem o Gracie durante este período dificil, as coisas seriam bem mais dificeis em termos emocionais, tanto para mim, como para o meu marido, Ken, e a minha filha, Alyssa”, explica.

Dina está, já, em fase de remissão da doença, mas Gracie regressa todos os dias para verificar se todo continua bem. Gracie já teve, entretanto, filhos, mas nem por isso esquece a família que o salvou. É a eles que deve a sua vida e, por isso, estarará sempre grato, voltando, todos os dias, para dizer um ‘olá’.

Acompanha a história aqui: Instagram

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