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Emotivo, Nuno Santos recorda morte da Princesa Diana: “Operação informativa sem precedentes…”

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No Instagram, Nuno Santos lembrou o impacto da morte da princesa Diana na cobertura jornalísticas das redações em Portugal…

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Nuno Santos/Instagram

Esta segunda-feira, dia 31 de agosto, assinalam-se os 23 anos da morte da princesa Diana, numa perda trágica para o mundo em geral.

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Na altura, Nuno Santos trabalhava na SIC e relembrou o momento em que soube da notícia ao partilhar uma reflexão na sua conta de Instagram.

Não é uma data redonda, mas é uma data marcante. Naquele 31 de Agosto de 1997 eu estava de fim de semana na Figueira da Foz quando o telemóvel tocou. Ainda não era o tempo dos smartphones, nem dos canais de notícias em Portugal, muito menos das redes sociais, mas há um antes e um depois desse 31 de Agosto na maneira como nos relacionamos, cidadãos, jornalistas e até actores políticos, incluindo os chefes de estado, com as notícias“, começou por escrever.

De seguida, Nuno refletiu sobre a enorme operação jornalística que esta morte provocou nas televisões em Portugal.

A morte brutal da Princesa Diana desencadeou uma operação informativa sem precedentes. Tudo mudou numa semana. O José Alberto Carvalho seguiu para Londres, numa equipa liderada pelo Luis Marques e onde estavam também, entre outros, a saudosa Maria José Nunes, o João Adelino Faria ou a Maria João Ruela. Em Lisboa, na retaguarda, a sólida redação da SIC, como por certo as da TVI e da RTP, mobilizaram os melhores recursos. Há pouco apareceu-me a memória desse dia e desse tempo que parece distante, mas que nunca será esquecido por quem o viveu. Os grandes momentos servem sempre de inspiração para o futuro“, concluiu o atual diretor-geral da TVI.

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Não é uma data redonda, mas é uma data marcante. Naquele 31 de Agosto de 1997 eu estava de fim de semana na Figueira da Foz quando o telemóvel tocou. Ainda não era o tempo dos smartphones, nem dos canais de notícias em Portugal, muito menos das redes sociais, mas há um antes e um depois desse 31 de Agosto na maneira como nos relacionamos, cidadãos, jornalistas e até actores políticos, incluindo os chefes de estado, com as notícias. A morte brutal da Princesa Diana desencadeou uma operação informativa sem precedentes. Tudo mudou numa semana. O José Alberto Carvalho seguiu para Londres, numa equipa liderada pelo Luis Marques e onde estavam também, entre outros, a saudosa Maria José Nunes, o João Adelino Faria ou a Maria João Ruela. Em Lisboa, na retaguarda, a sólida redação da SIC, como por certo as da TVI e da RTP, mobilizaram os melhores recursos. Há pouco apareceu-me a memória desse dia e desse tempo que parece distante, mas que nunca será esquecido por quem o viveu. Os grandes momentos servem sempre de inspiração para o futuro.

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